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Seleção quebra silêncio sobre casos de Daniel Alves e Robinho
Após um questionado silêncio, a Seleção Brasileira, encabeçada pelo técnico Dorival Júnior e pelo capitão Danilo, se pronunciou nesta sexta-feira (22) sobre os casos dos ex-jogadores Daniel Alves e Robinho, condenados por estupro.
O pronunciamento era um pedido de longa data de diversos setores da sociedade, mas a pressão aumentou com a recente condenação de Daniel Alves na Espanha e a prisão de Robinho na quinta-feira, em Santos.
"Como treinador da Seleção, tenho obrigação de me manifestar", disse Dorival em entrevista no estádio de Wembley, onde o Brasil enfrenta a Inglaterra em amistoso neste sábado.
"É um momento difícil para todos nós expressarmos toda e qualquer situação. Primeiro eu penso nas famílias das pessoas envolvidas e principalmente nas vítimas envolvidas nesses episódios, que por sinal acontecem diariamente no nosso país e em todo mundo e que, de repente, não são abordados, são abafados porque as pessoas não têm voz", acrescentou.
- 'Tem que ser penalizado' -
O treinador lembrou que trabalhou com Robinho em 2010 e 2015 no Santos.
O ex-atacante foi detido na quinta-feira para cumprir uma pena de nove anos de prisão pelo estupro coletivo cometido em 2013, quando defendia o Milan.
Pela Seleção, Robinho marcou 28 gols em 100 jogos, tendo participado das Copas do Mundo de 2006 e 2010. Além disso, foi campeão da Copa das Confederações em 2005 e 2009 e da Copa América de 2007.
"Se houve realmente e comprovado algum tipo de crime, ele tem que ser penalizado. Por mais que doa no meu coração falar disso a respeito de uma pessoa com quem eu sempre tive um convívio excepcional", afirmou Dorival.
"Sinto por todos, sinto por tudo o que passarão a partir de então em suas vidas, todos os que estão envolvidos, o que posso fazer é ajudá-los em orações, nada além disso", continuou.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não se pronunciou sobre as condenações de Daniel Alves e Robinho, mas divulgou uma nota nesta sexta-feira sobre seus esforços para prevenir o assédio moral e sexual em suas seleções.
Jogador de três Copas do Mundo (2010, 2014 e 2022) e duas vezes campeão da Copa América (2007 e 2019) e da Copa das Confederações (2009 e 2013), Daniel Alves foi condenado em fevereiro a quatro anos e meio de prisão pelo estupro de uma jovem em uma boate de Barcelona em 2022.
Um tribunal espanhol autorizou na última quarta-feira sua liberdade provisória sob o pagamento de uma fiança de 1 milhão de euros (R$ 5,4 milhões, na cotação atual), enquanto se esgotam os recursos contra sua sentença.
- Fortes críticas -
Capitão da Seleção contra a Inglaterra, o lateral Danilo pediu à CBF que promova a conscientização no futebol para formar um "pensamento reflexivo" nos homens.
"Principalmente para a juventude, que é onde a gente consegue ir formando de modo mais genuíno esse pensamento reflexivo, se colocando no lugar das mulheres de forma empática", disse o jogador em outra entrevista coletiva em Londres.
Danilo, no entanto, não mencionou diretamente os casos de Daniel Alves e Robinho.
O silêncio da Seleção vinha sendo duramente criticado por mulheres ligadas ao mundo do futebol, entre elas as jogadoras da equipe feminina Ary Borges e Kerolin.
Outra voz que se levantou foi a da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, que está em Londres como chefe da delegação brasileira para os amistosos contra Inglaterra e Espanha (na próxima terça-feira, em Madri).
"Ninguém fala nada, mas eu, como mulher aqui na chefia da delegação, tenho que me posicionar sobre os casos do Robinho e Daniel Alves", disse Leila ao portal UOL. "Isso é um tapa na cara de todas nós mulheres".
A.Ruiz--AT