-
Justiça do Canadá confirma negativa de visto ao jogador ganês Thomas Partey
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
-
Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal (3-1) em sua estreia na Copa
-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Cacique Raoni tem melhora em seu estado de saúde, mas segue na UTI
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
-
EUA planejam criar depósito permanente de armas na Austrália
-
Irã insiste que acabar com a guerra no Líbano é parte fundamental do acordo com EUA
-
Cantora Bonnie Tyler sai do coma induzido
-
Tunísia demite Sabri Lamouchi e anuncia Hervé Renard como novo técnico
-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
-
Comunidade iraniana em Los Angeles protesta contra sua seleção na Copa do Mundo
-
Irã e Nova Zelândia empatam (2-2) em Los Angeles na estreia na Copa do Mundo
-
Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
-
Queda de bombardeiro em base militar deixa oito mortos nos EUA
-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
Juíza pede que governo Trump justifique corte bilionário de fundos para Harvard
Uma juíza americana instou o governo de Donald Trump, nesta segunda-feira (21), a justificar o corte de mais de 2 bilhões de dólares (R$ 11,12 bilhões, na cotação atual) em fundos federais à Universidade de Harvard, o que provocou uma resposta furiosa do presidente.
A juíza Allison Burroughs pressionou o advogado do governo para que explique como a redução de recursos para pesquisa ajudará a proteger os estudantes do antissemitismo no campus, uma acusação que constitui o núcleo da campanha de Trump contra Harvard.
Essa prestigiosa instituição privada moveu uma ação em abril em busca de impedir que o Executivo cortasse seu acesso a fundos e subsídios federais sob o argumento de que não estaria protegendo seus alunos judeus e israelenses.
Como consequência, Harvard congelou a contratação de pessoal e suspendeu programas ambiciosos de pesquisa, especialmente no âmbito da saúde pública e medicina, o que, segundo especialistas, coloca em risco a vida dos americanos.
A universidade alega que o governo republicano está realizando "represálias inconstitucionais", enquanto a administração defende que as medidas são necessárias para proteger os estudantes judeus e israelenses.
Ambas as partes haviam solicitado à juíza uma decisão sumária para evitar um julgamento, mas não estava claro se isso seria concedido.
O que não impediu Trump de criticar Burroughs, nomeada durante o mandato do democrata Barack Obama (2009-2017), afirmando sem provas que o caso já havia sido decidido contra o governo.
"O caso de Harvard acaba de ser julgado em Massachusetts diante de uma juíza nomeada por Obama. É um DESASTRE TOTAL, e digo isso antes mesmo de ouvir sua decisão", escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.
"Harvard tem 52 bilhões de dólares no banco e, ainda assim, são antissemitas, anticristãos e antiamericanos", disse Trump.
Tanto Harvard quanto a Associação Americana de Professores Universitários moveram ações judiciais contra as medidas do governo, que foram combinadas e tramitaram nesta segunda-feira.
- Controle acadêmico -
Trump solicitou que o caso de Harvard fosse julgado no Tribunal de Apelações dos EUA, em vez do tribunal federal de Boston, localizado a cerca de 10 km do coração do campus universitário de Cambridge.
"Este caso se refere aos esforços do governo para usar a retenção de fundos federais como alavanca para obter controle sobre as decisões acadêmicas de Harvard", afirmou a universidade em um processo apresentado em um tribunal federal de Massachusetts.
Harvard tem estado no centro do ataque promovido por Trump contra as principais universidades, após elas se recusarem a submeter à supervisão seus currículos, pessoal, seleção de alunos e políticas de diversidade e inclusão.
Trump e seus aliados afirmam que Harvard e outras universidades prestigiosas são bastiões liberais, anticonservadores e antissemitas.
Além disso, o governo republicano colocou na mira os estudantes estrangeiros de Harvard, que no último ano letivo representaram 27% do corpo discente, constituindo uma importante fonte de receitas.
Uma ordem emitida pela Casa Branca em junho declarou que a entrada de estudantes internacionais para iniciar um curso em Harvard seria "suspensa e limitada" durante seis meses e os vistos dos alunos estrangeiros poderiam ser revogados. Mas esta medida foi suspensa por um juiz.
No início de julho, o governo instou Harvard a apresentar os registros relacionados aos estudantes supostamente envolvidos na onda de protestos estudantis pró-Palestina do ano passado, considerados pela Casa Branca como antissemitas.
Washington também notificou o organismo responsável por credenciar Harvard como universidade para revogar seu credenciamento, alegando que a instituição infringiu as leis federais de direitos civis ao não proteger os estudantes judeus.
W.Moreno--AT