-
Alexis Sánchez chega à MLS para liderar o CF Montreal
-
Califórnia acusa Paramount de "chantagem" por supostos planos de sair do estado
-
Sem reforços, Flamengo retoma a Libertadores contra o Cruzeiro
-
Corinthians anuncia saída de Memphis Depay por razões econômicas
-
Empresa de IA Manus retoma operação independente após bloqueio chinês a acordo com Meta
-
Democratas votam em estados-chave dos EUA em meio a disputa ideológica interna
-
Argentina restringirá atendimento médico gratuito de estrangeiros não residentes
-
Por que o Oriente Médio deixa mercado petrolífero com nervos à flor da pele?
-
Pereira, a "cidade zumbi" devastada por um terremoto na Colômbia
-
Brandon Nakashima é o primeiro semifinalista do Masters 1000 de Montreal
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto na Colômbia
-
Projeto imobiliário em Berlim ameaça bunker da última residêndia de Hitler
-
A inesperada sorte do dono de um card colecionável de Cooper Flagg
-
Líbano se torna primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte
-
Grupos de direitos humanos processam Trump por sanções ao TPI
-
Governo iemenita acusa rebeldes houthis de ataque letal contra navio no Mar Vermelho
-
Policia espanhola desmantela rede acusada de tráfico de meninas migrantes
-
Bayer Leverkusen anuncia contratação do argentino Facundo Medina
-
Veto do governo talibã deixa 2,4 milhões de afegãs sem acesso ao ensino médio
-
Spotify lançará selo para identificar música criada com IA
-
Árbitro somali excluído da Copa do Mundo vai apitar final da Supercopa da Uefa
-
Meta e TikTok vão reforçar verificação de fatos após crise em Ceuta
-
Iêmen reporta quatro mortes em ataque de houthis contra navio no Mar Vermelho
-
Grupos de defesa dos direitos humanos processam Trump por sanções ao TPI
-
PSG e Aston Villa abrem temporada europeia na Supercopa da Uefa
-
Ex-juiz destituído por Orbán se torna presidente da Hungria
-
Bairros negros de Memphis se revoltam contra contaminação de centros de dados de Musk
-
Corrida por óculos especiais marca preparação para eclipse solar na Europa
-
Benoît Castel, premiado como melhor confeiteiro do mundo, honra suas raízes artesanais
-
Epidemia de ebola supera 2 mil mortes na RD Congo e se aproxima do surto mais letal
-
Colômbia prossegue com buscas por sobreviventes após terremoto
-
Inflação no Brasil recua em julho e fica dentro da meta oficial
-
Preparativos de petroleira dos EUA na Groenlândia geram preocupação
-
Águas-vivas forçam paralisação de três reatores nucleares na França
-
Colômbia prossegue com buscas por sobreviventes após terremoto que matou 169 pessoas
-
Síria condena Bashar al-Assad à morte por crimes contra a humanidade
-
Epidemia de ebola na RD Congo deixa mais de 2 mil mortos
-
Indonésia fecha escolas durante incêndios florestais
-
Zelensky diz que Rússia lançou 'mísseis norte-coreanos' contra a Ucrânia
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto que matou 132 na Colômbia
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto que matou 111 na Colômbia
-
Meta impulsiona visão global da IA em meio a concorrência com China, OpenAI e Anthropic
-
Colômbia declara "situação de emergência" após forte terremoto que deixou 111 mortos
-
Jogos da Libertadores e da Sul-Americana na Colômbia são suspensos após terremoto
-
Embraer melhora previsões após receita recorde
-
Trump avança em ofensiva contra vacinas nos EUA
-
EUA elogia desregulamentação ambiental em Trinidad e Tobago após reabertura de siderúrgica
-
Sobe para 6.301 número de mortos por terremotos na Venezuela
-
Jogos dos campeonatos locais da Colômbia são adiados após terremoto
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
O Estreito de Ormuz vai permanecer fechado até que os Estados Unidos aceitem as condições do Irã, anunciou neste domingo a Guarda Revolucionária, reduzindo a esperança de uma solução rápida do conflito.
A rota, estratégica para o comércio mundial de petróleo, foi bloqueada pelo Irã, que realiza ataques contra os navios que atravessam o Estreito sem a sua autorização. A questão se tornou o principal obstáculo para um acordo com os Estados Unidos.
Para reabrir o Estreito, Teerã exige que os americanos encerrem a agressão contra o Irã e seus aliados, suspendam o bloqueio aos seus portos, levantem as sanções contra a sua economia, descongelem seus ativos e "indenizem integralmente o Irã pelos danos causados" pela guerra.
"Estamos indo com calma", disse Donald Trump ao veículo digital Axios. "Estamos apenas seminegociando com eles, apenas observando o Irã, com sua inflação enorme e o fato de não terem dinheiro", acrescentou o presidente americano, que vê Teerã correndo o risco de não conseguir pagar suas tropas.
Os ataques contínuos no Estreito de Ormuz levaram ao fracasso da trégua decidida em abril.
- 'Cenário de guerra' -
Os mediadores pedem que ambas as partes retomem os termos de um memorando assinado em junho, que estabelecia um roteiro para iniciar negociações de paz.
O ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas com Omã sobre o trânsito e a gestão do Estreito de Ormuz "aproximam-se da fase final", mas advertiu que a reabertura da via continua condicionada ao cumprimento de outras exigências e ao pagamento de indenizações pelos Estados Unidos.
Omã fica na margem oposta do Estreito, onde Teerã quer impor uma espécie de pedágio.
Araghchi também negou que Teerã esteja negociando diretamente com Washington, e afirmou que ambas as partes se limitam a "trocar mensagens" por meio de intermediários.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou neste domingo que sua estratégia consiste em manter o estreito fechado "até que o inimigo aceite todas as nossas condições".
"O estreito é agora para nós um verdadeiro cenário de guerra e não simplesmente uma via marítima", ressaltou.
- Ataques contínuos -
O tráfego no Estreito caiu significativamente diante dos ataques iranianos contra navios, o que fez os preços do petróleo dispararem desde o começo da guerra.
A chancelaria dos Emirados Árabes denunciou ontem um "ataque hostil iraniano com míssil" contra um petroleiro da empresa de energia estatal que transitava pela via.
A agência marítima britânica UKMTO informou posteriormente que uma embarcação foi atingida por um projétil em frente à costa de Omã, no Estreito, o que provocou um incêndio. Não ficou claro se se trata do mesmo navio.
O Ministério das Relações Exteriores de Omã condenou no sábado os "ataques repetidos contra embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz", embora sem apontar diretamente para o Irã.
Também informou que as negociações em curso sobre as condições de navegação pela via avançam em um clima "positivo e construtivo", e instou a evitar qualquer ação que possa pôr em risco os progressos alcançados.
O acordo entre Irã e Estados Unidos, concebido como base para negociar uma solução permanente, estabelecia que Teerã e Mascate definiriam as futuras regras de navegação no estreito em coordenação com outros países do Golfo e em conformidade com o direito internacional vigente. A legislação internacional proíbe a cobrança de pedágio nesse tipo de via marítima.
Em outra frente, os rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram neste domingo que atacaram uma instalação petrolífera saudita na costa do Mar Vermelho.
A ação faz parte das tentativas do movimento para afetar uma segunda rota marítima essencial para o comércio internacional.
W.Nelson--AT