-
Milhares de estudantes protestam de novo na França sob forte vigilância policial
-
Rússia nega ter ordenado restrições devido a suposto caso de peste pneumônica
-
Sánchez apresenta ao Congresso espanhol decretos de moradia com novas medidas
-
Francis Halzen ganha o Nobel de Física por descobrir neutrinos de origem cósmica
-
Ultradireitista Le Pen promete cortes drásticos para evitar inadimplência da França
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec, segundo resultados preliminares
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec (estimativas)
-
NFL suspende dois árbitros por incidentes com jogadores
-
Huthis anunciam ataque a aeroporto saudita
-
Trump faz aceno a Flávio Bolsonaro, que sai na frente contra Lula
-
Caras novas e velhos problemas para o Brasil de Ancelotti
-
Bolsa bate recorde após vitória de Flávio no primeiro turno
-
França de Zidane volta a vencer a Bélgica (4-1) na Liga das Nações
-
Itália de Mancini vence Turquia (3-1) na Liga das Nações e continua evoluindo
-
Argentina se despede de Messi em amistoso com ares de mudança de era
-
Milan perde Alexis Saelemaekers por lesão até 2027
-
Por que as pesquisas subestimaram mais uma vez a direita no Brasil
-
Iêmen lança represália contra houthis; Paquistão e Turquia apoiam sauditas
-
Rússia descarta caso de peste pneumônica após morte de técnica de laboratório
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após "ameaças"
-
Trump celebra vitória de Flávio mas prevê eleição disputada
-
Rubio chega à Islândia para reforçar controle americano sobre o Ártico
-
Modric espera apoio da torcida contra Espanha após humilhação diante da Inglaterra
-
TPI ordena a prisão de dois ministros talibãs por perseguição de gênero
-
Empresas de IA são incapazes de controlar seus modelos, alerta ex-pesquisador da OpenAI
-
Svitolina e Swiatek avançam às oitavas do WTA 1000 de Pequim
-
Alcaraz vence Munar de virada e vai enfrentar Leheck na final do ATP 500 de Tóquio
-
Medvedev é desclassificado em Pequim por acertar bolada em espectador e Djokovic vai à final
-
Esposa de Maduro tem 'problema muito delicado no coração'
-
Província canadense de Quebec vota com separatistas à frente nas pesquisas
-
Cinco mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Adolescente perde uma mão durante protestos estudantis na França
-
Ex-porta-voz de Trump Karoline Leavitt entra para a Fox News
-
Cifras sobre as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Estado da Geórgia, campo de batalha pelo acesso ao voto no EUA
-
Os principais temas que agitam as eleições de meio de mandato nos EUA
-
Trump e republicanos enfrentam desafio de pesquisas desfavoráveis a um mês das eleições
-
Ataque russo contra navio no Mar Negro deixa dois mortos, segundo Ucrânia
-
Flávio Bolsonaro se impõe contra Lula, impulsionado por onda conservadora
-
Trump aproveita eleições no Brasil para criticar a contagem de votos nos EUA
-
ONU alerta que o calor extremo coloca em risco as gestações e os partos
-
Protestos estudantis bloqueiam centenas de escolas na França
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após incidente
-
Arábia Saudita bombardeia houthis com 100 aviões
Principais bancos centrais se solidarizam com presidente do Fed
Os dirigentes dos principais bancos centrais do mundo, incluindo o Banco Central Europeu e o do Brasil, expressaram sua "total solidariedade" ao Federal Reserve e ao seu presidente, Jerome Powell, nesta terça-feira (13), após uma investigação aberta nos Estados Unidos contra ele.
Powell informou no domingo que a instituição recebeu uma intimação do Departamento de Justiça e enquadrou a decisão na campanha de pressão do presidente Donald Trump para que reduza drasticamente as taxas de juros, enquanto a inflação segue acima da meta de 2%.
"Manifestamos nossa total solidariedade ao sistema do Federal Reserve e ao seu presidente, Jerome H. Powell", diz um comunicado assinado pelos presidentes do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra e dos bancos centrais da Austrália, Brasil e Canadá, entre outros.
"A independência dos bancos centrais é um pilar da estabilidade de preços, financeira e econômica, no interesse dos cidadãos que servimos", continua o comunicado, também assinado pelos governadores dos bancos centrais da Dinamarca, Coreia do Sul, Suécia e Suíça. O Japão está entre os ausentes.
"O presidente Powell agiu com integridade, focado em seu mandato e com um compromisso inabalável com o interesse público", acrescentam.
- "Sem precedentes" -
Esse apoio segue o manifestado na segunda-feira por ex-presidentes do Fed, que denunciaram uma instrumentalização da Justiça para "minar a independência" da instituição.
O máximo responsável pela política monetária dos EUA anunciou no domingo que a Procuradoria Federal abriu uma investigação criminal relacionada ao seu comparecimento perante o Congresso em junho para explicar a remodelação da sede da instituição.
Powell criticou a "ação sem precedentes" do governo Trump, afirmando que se tratava de um pretexto para influenciar as políticas da instituição financeira.
"A ameaça de acusações criminais decorre do fato de que o Federal Reserve define as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que serve ao público, e não nas preferências do presidente", declarou.
O anúncio da investigação provocou uma onda de apoios nos Estados Unidos. Vários parlamentares republicanos começaram a manifestar publicamente sua desaprovação sobre esta situação, em um partido governista que, até o momento, ofereceu pouca resistência às iniciativas da Casa Branca.
- Insultos -
Segundo Powell, a ação iniciada no Departamento de Justiça está relacionada ao seu depoimento no Senado em junho, quando falou sobre um grande projeto de reforma dos prédios da instituição financeira.
Questionado sobre o tema no domingo, Trump afirmou que não estava ciente, mas voltou a criticar o presidente do Fed, chamando-o de "cabeça oca" ou "imbecil".
No ano passado, o republicano já havia sugerido a possibilidade de demitir Powell.
O mandatário também tentou despedir outra dirigente do banco central americano, Lisa Cook. O caso dela deve chegar neste mês à Suprema Corte.
O chefe de Estado deve anunciar o nome da pessoa que deseja como sucessor de Powell, cujo mandato termina em maio.
O Fed, uma instituição independente, tem dois mandatos: manter a estabilidade dos preços e combater o desemprego. Sua principal ferramenta é o estabelecimento de uma taxa de juros de referência que influencia no preço dos títulos do Tesouro e nos custos do endividamento.
Desde que voltou ao poder em janeiro de 2025, Trump vem defendendo os cortes de juros para reduzir os custos de endividamento e sustentar o crescimento.
H.Romero--AT