-
Guerra em Mianmar já deixou mais de 100 mil mortos
-
Comunidade tradicionalista desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Victor Willis, cantor do Village People, morre aos 74 anos
-
Fraternidade São Pio X desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Vietnã anuncia incentivos para que a população tenha mais filhos
-
México 'merecia uma noite como esta', comemora Aguirre após classificação para 16-avos da Copa
-
México vence Equador (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Olise, o mago onipresente da França
-
Pochettino minimiza 'maldição' dos EUA contra seleções europeias
-
Tuchel reconhece favoritismo da Inglaterra contra RD Congo nos 16-avos da Copa
-
Nasa revela planos para construir base na Lua
-
EUA suspende restrições a modelos avançados de IA da Anthropic
-
Trump ganhou quase US$ 1,2 bilhão com criptomoedas em 2025
-
Chuva adia início do jogo entre México e Equador no Estádio Azteca
-
Copa do Mundo de 2026 ultrapassa marca de 5 milhões de espectadores nos estádios
-
Respirar sem se desesperar: mulher conta como sobreviveu sob os escombros na Venezuela
-
França deve levar Paraguai 'a sério', diz Mbappé
-
RD Congo joga pressão para Inglaterra: 'Nossa Copa já é um sucesso'
-
Com show de Mbappé e Olise, França atropela Suécia (3-0) e vai às oitavas da Copa
-
A hora de Pulisic pelos EUA contra a Bósnia nos 16-avos da Copa
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de imigrantes sem documentos
-
Ronald Koeman pede demissão da seleção holandesa após eliminação na Copa
-
Serena Williams retorna ao circuito de simples com derrota em Wimbledon
-
Alemanha questiona sua identidade após mais uma decepção na Copa do Mundo
-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
-
Enviados dos EUA chegam ao Catar para discussões sobre Irã
-
Mercosul mostra divergências após acordo com a UE e manifesta solidariedade à Venezuela
-
Alemanha não pode 'simplesmente voltar ao normal', diz presidente da federação
-
Seleção do Irã se despede de Tijuana com apoio de torcedores mexicanos
-
Chefe da CIA define modelos mais avançados de IA como 'armas nucleares digitais'
-
Senegal e Bélgica afinam pontaria para duelo valendo vaga nas oitavas da Copa
-
Noruega vence Costa do Marfim (2-1) e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa
-
Inglaterra tenta resolver quebra-cabeças defensivo contra RD Congo
-
Jihadistas sequestram mais de 30 estudantes em escola da Nigéria
-
Zverev perde set, mas avança à segunda rodada de Wimbledon
-
Netanyahu diz que Israel ficará no Líbano enquanto durar ameaça do Hezbollah
-
Supremo dos EUA rejeita tentativa de Trump de restringir cidadania por nascimento
-
'Estou pronto para ajudar a seleção', diz meio-campista português Bernardo Silva
-
Ben Shelton, número 5 do mundo, cai na estreia em Wimbledon
-
Falta de comida e de abrigo sufoca os sobreviventes dos terremotos na Venezuela
-
Paquetá tem lesão muscular confirmada e vira dúvida para as oitavas de final da Copa
-
Rybakina avança com dificuldade para segunda rodada de Wimbledon
-
Cúpula do Mercosul começa com crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Monaco exerce opção de compra de Ansu Fati
-
Milan anuncia contratação do atacante português Gonçalo Ramos
-
Cúpula do Mercosul começa com dura crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Francisco Cerúndolo cai na primeira rodada em Wimbledon
-
Suprema Corte dos EUA avaliza exclusão de esportistas trans de competições femininas
-
Iga Swiatek inicia defesa de título de Wimbledon com vitória difícil
-
Os desafios de Keiko Fujimori na Presidência do Peru
Trump celebra tarifas: 'Tornam os EUA grandes e ricos de novo'
O presidente americano, Donald Trump, celebrou as tarifas que imporá a partir de sexta-feira (1º) aos seus parceiros comerciais e assegurou que farão com que os Estados Unidos sejam "grandes e ricos" novamente, enquanto o tempo se esgota para os países que negociam acordos com o objetivo de evitá-las.
Primeiro de agosto tornou-se a nova data simbólica para uma série de tarifas alfandegárias além do mínimo universal de 10%, imposto em abril à maioria dos países, e das aplicadas a certos produtos, como 50% sobre alumínio e aço ou 25% sobre automóveis.
Há exceções, como os produtos protegidos pelo Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), do qual Canadá e México fazem parte.
"As tarifas tornam os Estados Unidos grandes e ricos de novo", escreveu Trump em sua rede social Truth Social nesta quinta-feira, horas antes de expirar o prazo para que os países negociem acordos comerciais com Washington.
"Há um ano, os Estados Unidos eram um país morto, agora são o país 'mais atraente' do mundo", acrescentou em letras maiúsculas.
Na sexta-feira também entrarão em vigor sobretaxas de 50% para os produtos fabricados com cobre, mas excluem as importações do metal bruto, uma ótima notícia para o Chile.
Em abril, Trump adiou as sobretaxas por 90 dias, até o início de julho, e novamente até 1º de agosto, para dar tempo às negociações comerciais, mas na quarta-feira avisou que agora são inadiáveis.
As tarifas alfandegárias sobre os produtos de aproximadamente 80 países, incluindo os 27 da União Europeia (UE), aumentarão a partir da meia-noite, entre 11% e 50%, dependendo da origem dos bens.
Alguns países, como a UE, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Vietnã, Indonésia e Filipinas, chegaram a acordos com a Casa Branca, o que se traduz em sobretaxas inferiores às inicialmente anunciadas.
Com apenas sete acordos anunciados, na maioria preliminares, a Casa Branca está muito longe de seus objetivos. Em abril, acreditava ser possível negociar "dezenas" durante o período de pausa.
- Brasil e México -
Alguns parceiros comerciais dos Estados Unidos encontraram limitações nas negociações.
É o caso do Brasil, até agora o mais afetado pelas tarifas alfandegárias, em parte como retaliação pelo julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado após perder as eleições presidenciais de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva.
Os produtos brasileiros estarão sujeitos a uma sobretaxa de 50% a partir de 6 de agosto, com exceções como suco de laranja, energia, aeronaves civis e seus componentes, fertilizantes, metais preciosos, celulose ou ferro-gusa, entre outros.
Também não se sabe o que acontecerá com a sobretaxa de 30% com que Trump ameaçou o México, por considerar que o país não se esforça o suficiente no combate ao tráfico de fentanil, um opioide sintético responsável por uma crise de saúde nos Estados Unidos.
O impacto das tarifas preocupa os economistas, que as consideram um peso para a inflação e o crescimento dos Estados Unidos.
De acordo com o Laboratório de Orçamento da Universidade de Yale, até 30 de julho, as tarifas médias situavam-se acima de 18%, o nível mais alto desde 1933, e poderiam aumentar ainda mais.
Seu efeito já é perceptível.
O Federal Reserve (Fed, banco central) afirmou na quarta-feira que o crescimento dos Estados Unidos desacelerou no primeiro semestre de 2025, embora o mercado de trabalho permaneça sólido, com uma taxa de desemprego baixa.
"As tarifas estão minando gradualmente a atividade" econômica, assegura a economista-chefe da Nationwide, Kathy Bostjancic, em uma nota.
- Aumento de preços -
Segundo Samuel Tombs, da Pantheon Macroeconomics, o crescimento dos Estados Unidos no segundo semestre do ano será ainda inferior a 1% ao ano.
Quanto à inflação, o professor de economia da Universidade de Harvard, Jason Furman, prevê que ela aumente até 3%.
O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que as tarifas impulsionam os preços de alguns produtos.
"Estamos vendo o início dos efeitos nos preços dos bens", que poderiam ser "mais ou menos" elevados, mas, em qualquer caso, não serão nulos, ressaltou.
H.Romero--AT