-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
Trump chama presidente do Fed de 'tolo' após decisão sobre as taxas de juros
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, de "tolo", depois que a instituição optou pela manutenção das taxas de juros e fez um alerta sobre os riscos mais elevados de que a inflação escape de sua meta.
"'Tarde demais', Jerome Powell é um TOLO, que não tem a mínima ideia", postou Trump em sua plataforma Truth Social, em um novo ataque ao presidente do Fed, que é independente.
Os dirigentes do banco central americano votaram por unanimidade na quarta-feira pela manutenção da taxa de juros de referência na faixa entre 4,25% e 4,50%.
Trump insiste que deseja um corte nas taxas de juros para estimular a economia, enquanto implementa uma política de tarifas sobre as importações, que afeta particularmente a China.
Desde que anunciou as tarifas, ele fez várias concessões e flexibilizações, além de ter prometido acordos com os parceiros comerciais de seu país.
Neste cenário, o Federal Reserve poderia enfrentar um "cenário desafiador", no qual o desemprego aumenta ao mesmo tempo que os preços, alertou o presidente da instituição, Jerome Powell, em coletiva de imprensa na quarta-feira.
"Há uma grande incerteza sobre, por exemplo, onde as políticas alfandegárias vão se estabilizar e também, quando finalmente se estabilizarem, quais serão as implicações para a economia", disse Powell
Analistas alertam que as decisões do governo provavelmente aumentarão a inflação e o desemprego, ao mesmo tempo que provocarão uma desaceleração do crescimento, pelo menos no curto prazo.
Mas Trump afirmou em sua publicação na Truth Social que "virtualmente NÃO HÁ INFLAÇÃO" e que "quase todos os custos" foram reduzidos.
O presidente pressiona Powell para que o Fed reduza as taxas. No mês passado, ele o chamou de "grande perdedor", embora tenha declarado pouco depois que não tinha a intenção de buscar uma saída do presidente do Fed de seu cargo.
O banco central americano tem um mandato duplo: manter a inflação baixa e buscar o pleno emprego, principalmente com o aumento ou redução de sua taxa de referência, que atua como um acelerador ou um freio para a demanda.
Powell disse na quarta-feira que a pressão de Trump "não afeta" o trabalho do banco em nada.
"Sempre consideraremos apenas os dados econômicos, a perspectiva, o balanço de riscos e isso é tudo", concluiu.
F.Wilson--AT