-
Taiwan investiga empresas por suposto contrabando de chips para a China
-
Vitória da seleção do Marrocos provoca alegria e detenções em Haia
-
Mais de 58.000 edifícios danificados ou destruídos por terremotos na Venezuela
-
"Mostramos grande força mental", diz Hakimi após vitória do Marrocos
-
Van Dijk diz que eliminação da Copa do Mundo é o momento mais difícil para um jogador
-
Entre sangue, lágrimas e pênaltis, Marrocos vence Países Baixos e vai às oitavas da Copa
-
Marrocos vence Países Baixos nos pênaltis e vai às oitavas da Copa
-
"Mais um pesadelo": imprensa alemã detona 'Mannschaft' após eliminação na Copa
-
Explosão de 'pacote-bomba' deixa oligarca ucraniano e mais dois feridos em Mônaco
-
Estádio Azteca lotado será "o grande diferencial" a favor do México, diz técnico Aguirre
-
Argentina começa a se preparar para o mata-mata da Copa no calor de Kansas City
-
Diretor americano é condenado à prisão por fraude contra Netflix
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos
-
Presidente do Paraguai decreta feriado nacional após vitória sobre a Alemanha
-
Técnico Julian Nagelsmann descarta pedir demissão após eliminação da Alemanha
-
Técnico do Paraguai comemora "partida extraordinária" contra a Alemanha
-
Arquidiocese de São Francisco fecha acordo com vítimas de abusos sexuais
-
Keiko Fujimori é eleita presidente e devolve poder à direita no Peru
-
Goleiro do Paraguai comemora "privilégio" de eliminar a Alemanha da Copa do Mundo
-
Oligarca ucraniano e mais duas pessoas ficam feridas em explosão em Mônaco
-
Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas da Copa
-
Com renovação à vista, Scaloni completará 100 jogos à frente da Argentina contra Cabo Verde
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru
-
Alerta de calor extremo em Kansas City é emitido antes de Colômbia x Gana
-
Retorno da seleção iraniana é adiado para terça-feira
-
Keiko Fujimori, herdeira de um sobrenome que divide os peruanos
-
Djokovic sofre, mas vence em sua estreia em Wimbledon
-
Chicago Fire, da MLS, anuncia contratação de Lewandowski
-
Argentino Nico Paz seguirá no Como após acordo com Real Madrid
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos
-
Mirra Andreeva, atual campeã de Roland Garros, vence em sua estreia em Wimbledon
-
Embalada, França estreia no mata-mata da Copa contra Suécia
-
Mercosul dá forte apoio a governo da Bolívia
-
'Não tenho nem palavras', diz Martinelli após gol decisivo
-
Brasil vence Japão de virada (2-1) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Homem armado mata seis pessoas em abrigo para mulheres na Alemanha
-
Noruega e Costa do Marfim se enfrentam em busca de vaga nas oitavas da Copa
-
Coco Gauff vence em Wimbledon sua 1ª partida na grama em dois anos
-
Onda de calor que assola a Europa bate recorde na Eslováquia e põe Ucrânia à prova
-
EUA busca acelerar envio de ajuda à Venezuela; mortos em terremotos passam de 1.700
-
Sabalenka estreia com vitória tranquila e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
'Temos muita confiança', diz João Félix antes de duelo entre Portugal e Croácia
-
Bombas em frente a sedes estatais no Equador causam danos e deixam um ferido
-
Espanha retoma treinos sem três jogadores lesionados
-
Após decepção na Copa, República Tcheca demite técnico Miroslav Koubek
-
Sinner sofre na estreia, mas avança à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataque a tiros deixa seis mortos em cidade do norte da Alemanha
-
Irã na Copa do Mundo de 2026: o ponto final de uma participação conturbada
-
João Fonseca vence espanhol Roberto Bautista e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataques russos deixam 9 mortos na Ucrânia
Trump ameaça impor tarifas de 200% sobre champanhe e vinho da UE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quinta-feira (13) impor tarifas de 200% sobre vinho, champanhe e outras bebidas alcoólicas da França e de outros países da União Europeia, em retaliação às taxas do bloco sobre o uísque americano.
A UE respondeu na quarta-feira às tarifas de 25% dos EUA sobre aço e alumínio renovando as tributações sobre os produtos americanos, incluindo motos, barcos e o 'bourbon'.
As tarifas europeias começariam a ser implementadas em 1º de abril, um dia antes das chamadas taxas alfandegárias "recíprocas" ameaçadas por Trump.
"Se as tarifas não forem suspensas imediatamente, os Estados Unidos imporão rapidamente uma tarifa de 200% sobre todos os vinhos, champanhes e destilados da França e de outros países da UE", escreveu Trump em sua rede Truth Social.
O republicano aproveitou para acusar mais uma vez o bloco europeu de ter sido "criado com o único propósito de tirar vantagem dos Estados Unidos". A UE é "uma das instituições mais hostis e abusivas do mundo em suas políticas fiscais e tarifárias".
Exportadores franceses de vinhos e destilados reagiram dizendo que estão "cansados de serem sistematicamente sacrificados" por questões alheias e que esperam que "a Comissão Europeia apresente algo real".
O ministro do Comércio Exterior francês, Laurent Saint-Martin, afirmou que a França continua "determinada a responder" e lamentou "a guerra comercial que (Donald Trump) escolheu travar".
O anúncio da Comissão Europeia de impor tarifas retaliatórias "fortes, mas proporcionais" sobre uma série de produtos importados dos Estados Unidos está preocupando os produtores de bebidas alcoólicas.
Eles querem que a UE e os Estados Unidos deixem o setor "fora de suas disputas". A Casa Branca ignorou seus apelos.
- Europa estava protegida até agora -
Um acordo transatlântico de 1997 eliminou barreiras alfandegárias entre Washington e Bruxelas. Isso permitiu, segundo o bloco, um crescimento de 450% no comércio até 2018, quando o governo Trump anterior lançou sua primeira guerra comercial.
Os Estados Unidos representam o maior mercado internacional de bebidas alcoólicas.
As vendas francesas cresceram 5% em 2024, atingindo € 3,8 bilhões (R$24,18 bilhões), principalmente graças às exportações de vinho e conhaque, segundo a Federação Francesa de Exportadores de Vinhos e Destilados.
A maioria das bebidas alcoólicas da Europa entra nos Estados Unidos sem impostos, com apenas 2% aplicado aos vinhos espumantes, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 2024, no entanto, sofreram as consequências de uma investigação antidumping lançada pela China contra bebidas produzidas na UE, incluindo conhaque e 'armagnac'.
Essas retaliações comerciais causaram uma queda de 25% nas exportações para China, Hong Kong e Singapura.
Desde que retornou à Casa Branca em janeiro, o presidente americano tem usado as tarifas como arma para obter acordos, proteger alguns setores industriais e como uma fonte de receita tributária para o governo federal.
Até agora, Canadá, México e China, os três maiores parceiros comerciais dos Estados Unidos, têm sido alvos de Trump.
O republicano impôs uma tarifa de 25% sobre produtos canadenses e mexicanos, com isenções até 2 de abril aos contemplados no Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC).
Os produtos chineses estão sendo taxados em 20% adicionais, além das tarifas que já pagavam antes do início do segundo mandato de Trump.
Embora tenha ameaçado atacar o comércio entre a Europa e os Estados Unidos, o republicano até agora não havia tomado nenhuma atitude contra os produtos europeus.
Ele planejava fazê-lo em 2 de abril com as chamadas tarifas "recíprocas". A ideia é tributar os produtos de um país quando entram nos Estados Unidos com a mesma taxa que o país tributa os produtos americanos na alfândega.
M.White--AT