-
Sobrevivente de tentativa de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados
-
EUA vai apresentar acusações de tortura contra Maduro (CNN)
-
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de ginástica artística
-
'Bolsonaro nunca mais': milhares de pessoas vão às ruas antes do segundo turno
-
Ambientalistas dizem que plano para reativar mina no Panamá busca enganar o país
-
Cinco crianças entre as 28 vítimas fatais de ataques russos na Ucrânia
-
Sobrevivente de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados antes de despertar
-
Premier francês nega que polícia tenha recebido ordens para confrontar estudantes
-
Rússia alerta para informações "falsas" após relatos de segundo caso de peste
-
Infantino tem, por enquanto, caminho livre para reeleição na Fifa
-
Lula, o presidente analógico, se rende ao vídeo selfie para atrair eleitores
-
Messi e o dia seguinte: 'Já sinto falta de vestir a celeste e branca'
-
Costa-riquenha Rebeca Grynspan volta a liderar disputa para chefiar a ONU
-
Kast volta atrás em reforma de segurança com pouco apoio no Chile
-
Arábia Saudita diz que ataques reivindicados por houthis contra aeroportos mataram 3 pessoas
-
Espanha se consolida no topo do ranking da Fifa; Brasil cai para 6º
-
Morre octogenária cujo despejo inspirou a mobilização pró-moradia na Espanha
-
"Bolsonaro nunca mais": milhares vão às ruas antes do segundo turno eleitoral
-
Técnico do Southampton escapa de punição maior pelo caso 'Spygate'
-
Jeremy Allen White enfrenta ambição 'assustadora' das redes sociais em 'O Outro Lado das Redes'
-
EUA, China e UE: três caminhos para regular a IA
-
Rubio pede à Europa para "despertar de sua longa letargia"
-
Piloto da F1 Valtteri Bottas percorre mais de 400 km entre Sepang e Singapura
-
Trump quer transformar um de seus complexos de golfe em residência presidencial
-
Várias crianças entre as vítimas de intensos ataques russos na Ucrânia
-
Negócio do carvão cresce na Austrália apesar de seus compromissos climáticos
-
Diretora da COP30 em Belém acusa EUA de travar políticas climáticas de outros países
-
Interpol apreende mais de 1.000 animais traficados ilegalmente na América Latina
-
Houthis reivindicam mais ataques contra o aeroporto de Riade
-
Coco Gauff denuncia mensagens racistas após eliminação no WTA 1000 de Pequim
-
Arsenal aposta na estabilidade com renovação de Arteta até 2030
-
Rússia descarta riscos de epidemia por peste
-
ONU: maioria das crianças migrantes que chegaram à Europa em 2025 viajou sozinha
-
Campeão do mundo pela Espanha em 2010, atacante Pedro anuncia aposentadoria do futebol
-
George Russell é punido com perda de pelo menos 10 posições no grid do GP de Singapura
-
FMI está disposto a atuar nas consequências do El Niño
-
Falhas de segurança pesam sobre Netanyahu em reta final de campanha em Israel
-
Habitantes demonstram pouca preocupação com peste na cidade russa de Irkutsk
-
Nobel de Física Francis Halzen foi um pioneiro no uso da IA
-
Gana apresentará solicitação para aderir ao Brics
-
Nobel de Química premia descoberta fundamental para fabricar medicamentos
-
Cerca de vinte mortos na Ucrânia após bombardeios russos
Cuba sofre terceiro apagão geral em menos de dois meses
O sistema elétrico nacional de Cuba colapsou nesta quarta-feira (4) devido a uma falha em sua principal termoelétrica e segue sem "dar respiro" aos cubanos, que enfrentam o terceiro apagão nacional em menos de dois meses.
O presidente Miguel Díaz-Canel disse que espera um "bom progresso" na recuperação do serviço durante o dia.
"Os companheiros do Ministério de Minas e Energia de Cuba e da empresa elétrica nacional UNE trabalham incansavelmente e com precisão na reconexão", afirmou Díaz-Canel em sua conta no X (antigo Twitter).
O Ministério de Minas e Energia informou durante a madrugada que "ocorreu a desconexão do Sistema Elétrico Nacional (SEN) devido à saída da termoelétrica Antonio Guiteras", a mais importante do país, conforme publicado no X.
Segundo as autoridades, ao longo da manhã, circuitos independentes de geração elétrica foram restabelecidos em todas as províncias do país, especialmente os que atendem os hospitais, mas a grande maioria dos 10 milhões de habitantes da ilha continuava sem energia elétrica ao meio-dia.
Orlando Matos, um vigia que estava de plantão quando o apagão começou, reclama que a crise energética "não dá respiro". "Vivemos em aflição", desabafou.
- "A gente se deprime" -
Osnel Delgado, um bailarino de 39 anos, diz ao lado de sua esposa, também bailarina: "A gente tenta se superar o tempo todo nessa situação, mas quando o ambiente não ajuda, você acaba não querendo fazer nada. A gente se deprime".
A falha ocorreu após outro corte generalizado em 6 de novembro passado, quando o furacão Rafael provocou uma queda no sistema que durou vários dias.
Somente algumas semanas antes, em 18 de outubro, outra falha na mesma termoelétrica, localizada na província de Matanzas, vizinha de Havana, causou um apagão nacional de quatro dias.
O ministro de Energia e Minas, Vicente de la O Levy, explicou que desta vez "as condições são mais favoráveis do que na última desconexão".
"Não houve danos nas unidades de geração do país que estavam em operação", por isso espera-se que, durante o dia, haja "uma grande recuperação" do fornecimento, indicou o ministério no X.
Em Havana, na manhã de quarta-feira, havia poucas pessoas nas ruas. Muitas famílias não levaram seus filhos à escola, e funcionários públicos foram informados de que suas empresas não abrirão.
Além dos apagões, dois furacões e um terremoto atingiram a ilha nesta temporada ciclônica, causando oito mortes e numerosos danos materiais.
- "Sistema energético frágil" -
A emergência energética ocorre no momento em que está previsto para esta quarta-feira em Havana um encontro entre autoridades dos Estados Unidos e de Cuba para revisar os acordos bilaterais em matéria migratória, a última reunião desta natureza do governo de Joe Biden.
O governo cubano tem afirmado reiteradamente que a crítica situação econômica e energética que afeta o país se deve ao embargo econômico imposto por Washington há mais de seis décadas. O bloqueio foi endurecido durante o primeiro governo de Donald Trump (2017-2021), sem que seu sucessor tenha flexibilizado, em geral, as sanções.
O país conta com um sistema desgastado de oito termoelétricas obsoletas, que exigem manutenção constante. Além disso, o sistema inclui geradores elétricos e algumas plantas flutuantes de geração de eletricidade que Cuba aluga de empresas turcas; ambas as tecnologias são alimentadas por combustíveis que a ilha precisa importar devido à escassez.
Desde os dois apagões anteriores, a população passa muitas horas sem eletricidade, em algumas províncias quase o dia inteiro, devido ao déficit crônico na geração de eletricidade.
Em setembro de 2022, a ilha já havia enfrentado um apagão generalizado devido ao furacão Ian.
Cuba vive sua pior crise econômica em trinta anos, em meio à escassez de alimentos, medicamentos, combustível e com uma inflação galopante.
E.Hall--AT