-
Cristian Romero se despede do Tottenham e pode estar a caminho do Atlético de Madrid
-
EUA informa que retirou 19 milhões de ovos do mercado por risco letal
-
Ciro Immobile anuncia sua aposentadoria aos 36 anos
-
Temporada 2026/27 de LaLiga começa sem Real Madrid e Barcelona
-
Trump diz que vai declarar "em breve" Estreito de Ormuz como "território dos Estados Unidos"
-
Venus Williams é eliminada em Cincinnati pela colombiana Emiliana Arango
-
Palestinos da Cisjordânia denunciam estar "cercados" por colônias de israelenses
-
Trump nega que condições a bordo de porta-aviões sejam preocupantes
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica da Grã-Bretanha'
-
Cubanos dormem em terraços e espaços públicos devido ao calor e aos apagões
-
Peru vai subsidiar combustíveis diante de protestos contra presidente Fujimori
-
Colômbia ainda busca centenas de desaparecidos após forte terremoto
-
Jeff Bezos entra como acionista minoritário no Liverpool
-
ONU adverte que temor de sanções dos EUA freia envio de ajuda a Cuba
-
Boris Nadezhdin, o opositor que achava que poderia continuar em liberdade na Rússia
-
Bombeiros resgatam das chamas restos mortais dos primeiros reis de Aragão, na Espanha
-
Mangione admite ter matado CEO do maior grupo de seguros de saúde dos EUA
-
Presidente da Suprema Corte do México diz à AFP que é criticado por ser indígena
-
Singapura penaliza uso de IA para gerar imagens sexuais sem consentimento
-
Trump pede à Suprema Corte que aprove construção de salão de baile na Casa Branca
-
Uso de luvas de choques elétricos por agentes de imigração aumenta temor de abusos nos EUA
-
Polícia italiana recupera obras de Renoir, Cézanne e Matisse avaliadas em € 9 milhões
-
Macron é criticado na França por foto em jet-ski durante férias
-
Incêndios deixam um morto, dezenas de feridos e milhares de desabrigados na Europa
-
Kushner viajará a Israel para tentar destravar plano de paz para Gaza
-
'Tudo pode acontecer', diz Maresca sobre possível saída de Rodri para o Barcelona
-
Expulsos dos EUA para Guiné Equatorial enfrentam violência e intimidação policial
-
SNC SCANDIC PAY: Betala – över hela världen och utan gränser
-
स्कैंडिक पे: दुनिया में कहीं भी, बिना किसी सीमा के भुगतान करें।
-
斯堪迪克支付:全球無界支付
-
SNC 스칸딕 페이: 전 세계 어디서나, 제한 없이 결제하세요
-
SNCスカンディックペイ):世界中で、制限なくお支払いいただけます
-
SNC SCANDIC PAY: Płatności na całym świecie bez ograniczeń
-
SNC SCANDIC PAY: Platby po celém světě bez omezení
-
SNC SCANDIC ÍOC: Íoc in áit ar bith ar domhan, gan teorainn
-
СНК Скандик Пэй: Оплата по всему миру без границ
-
СНК СКАНДІК ПЕЙ: Оплата по всьому світу без обмежень
-
SNC SCANDIC PAY: الدفع في جميع أنحاء العالم ودون حدود
-
SNC SCANDIC PAY: Pagamentos em todo o mundo e sem limites
-
Óculos 'inteligentes' ganham espaço e 'mudam a vida' de pessoas com deficiência visual
-
'Adoravam salsa', diz primo da única sobrevivente de família devastada por terremoto na Colômbia
-
Incêndios deixam dezenas de feridos e milhares de desabrigados na Europa
-
Polícia recupera obras de Matisse roubadas em 2025 em São Paulo
-
Colômbia prossegue com as buscas mas esperança de encontrar sobreviventes do terremoto é cada vez menor
-
Líder del partido anti-imigração britânico vence eleição parcial
-
EUA ameaça Irã com isolamento econômico "como o mundo nunca viu”
-
ट्रोजन: एक अधिक खतरनाक राजनीतिक युग के लिए विशेष सुरक्षा
-
TROJAN: 더욱 위험해진 정치 시기를 위한 특별 보호 조치
-
O TROJAN: proteção especial para um período político mais perigoso
-
برنامج «TROJAN»: حماية خاصة في ظل أوقات سياسية أكثر خطورة
ONU alerta para agravamento da fome em Gaza e no Haiti nos próximos meses
As agências da ONU alertaram nesta quinta-feira (31) que a insegurança alimentar vai ficar ainda mais grave em muitas regiões do mundo e expressaram preocupação especial com Gaza, Haiti, Mali, Sudão e Sudão do Sul.
Os conflitos e a violência armada são a raiz da maioria das situações de fome nas regiões analisadas no relatório semestral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e do Programa Mundial de Alimentos (PMA).
As condições climáticas extremas também são um fator importante em outras regiões, enquanto as desigualdades econômicas e o alto endividamento em outros países em desenvolvimento reduzem a resistência dos governos, de acordo com o relatório conjunto.
O estudo, que se baseia em pesquisas de especialistas das duas agências com sede em Roma argumenta que é necessária uma ação humanitária urgente para evitar a fome e a morte em Gaza, Haiti, Mali, Sudão e Sudão do Sul.
Nigéria, Chade, Iêmen, Moçambique, Mianmar, Síria e Líbano também estão em situação preocupante.
O relatório se concentra nas “situações mais graves” e, portanto, não representa “todos os países/territórios que enfrentam altos níveis de insegurança alimentar aguda”, dizem os autores.
Pelo segundo ano consecutivo, a ajuda humanitária foi reduzida em 2024. Como resultado, 12 planos para combater a insegurança alimentar estão subfinanciados em mais de 75% em países como Etiópia, Iêmen, Síria e Mianmar.
- "Catástrofe" -
Os níveis de insegurança alimentar são medidos em uma escala de 1 a 5. O último nível corresponde a uma situação de “catástrofe”.
Na Faixa de Gaza, o recente recrudescimento das hostilidades aumenta os temores de que um cenário de “catástrofe” se torne realidade, alerta o relatório.
Um total de 41% da população, cerca de 876.000 pessoas, enfrentará níveis “urgentes” de fome (nível 4) no período em estudo e quase 16%, cerca de 345.000 pessoas, atingirão o cenário de “catástrofe”, segundo o estudo.
No Haiti, a violência armada, aliada à contínua crise econômica, aos furacões e à safra ruim de cereais deste ano, vai exacerbar os níveis já críticos de fome.
De acordo com o relatório, quase metade da população (cerca de 5,4 milhões de pessoas) enfrentará um nível agudo de insegurança alimentar. Desses, dois milhões atingirão o cenário de emergência (nível 4).
No Sudão, em meio a um sangrento conflito interno, centenas de milhares de pessoas deslocadas pela guerra entre dois generais beligerantes continuarão a lutar contra a fome.
E, no Sudão do Sul, o número de pessoas nessa situação dobrou entre abril e julho de 2024 em comparação com o ano anterior e pode piorar ainda mais a partir de 2025, quando serão sentidos os efeitos das graves inundações deste mês no país sobre as colheitas.
As consequências diretas e indiretas dos conflitos sobre a insegurança alimentar são consideráveis e vão além da morte de animais e da destruição de plantações, observam os autores do relatório.
As guerras forçam as pessoas a fugirem de suas casas, “interrompendo os meios de subsistência e a renda, limitando o acesso aos mercados e levando a flutuações de preços e produção e consumo irregulares de alimentos”.
Em certas regiões que preocupam a FAO e o PMA, a situação pode piorar ainda mais com a possível recorrência do La Niña no inverno (hemisfério norte) um fenômeno climático natural que pode gerar chuvas fortes, mas também agravar as secas e as ondas de calor.
P.A.Mendoza--AT