-
Brasil precisa de 'mente e coração' para jogar 'final' contra o Japão, diz Ancelotti
-
Eliminada na fase de grupos da Copa, seleção do Irã embarcará de Tijuana na 2ªfeira
-
Paraguai desafia Alemanha por uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo
-
Canadá vence África do Sul (1-0) e vai às oitavas de final da Copa
-
Países Baixos e Marrocos fazem duelo de amizades perigosas por vaga nas oitavas da Copa
-
Roubos e saques em área devastada da Venezuela, a outra face da tragédia
-
Após passar por cirurgia, Parreira apresenta quadro 'estável'
-
Presidente da confederação africana comemora sucesso do continente na Copa
-
Uruguai e Manchester United confirmam lesão de ligamento do volante Manuel Ugarte
-
'Mesmo não sendo favoritos, acreditamos em nós', diz sueco Gyökeres antes de duelo com a França
-
Federação uruguaia confirma lesão de ligamento do volante Manuel Ugarte
-
Técnico da Coreia do Sul pede demissão após eliminação na Copa do Mundo
-
Irã adverte navios para que não se desviem da rota demarcada em Ormuz
-
Japão pode 'surpreender o Brasil', avisa ex-técnico Philippe Troussier
-
Cinco coisas que marcaram a Semana de Moda Masculina em uma Paris escaldante
-
Brasil testa sua defesa contra o Japão no primeiro duelo de vida ou morte na Copa
-
George Russell vence GP da Áustria de F1
-
Europa registra mais de 1.300 mortes adicionais em meio à onda de calor, diz OMS
-
Terremotos na Venezuela deixam quase 1.500 mortos e milhares de desaparecidos
-
Últimos acontecimentos da onda de calor na Europa
-
Escritor francês encontra livro gerado por IA e assinado com seu nome
-
Irã ataca Kuwait e Bahrein após bombardeios dos EUA em seu território
-
Mortos por terremotos na Venezuela ultrapassam os 1.400 e milhões são afetados
-
Áustria e Argélia empatam (3-3) com gols nos acréscimos e vão aos 16-avos da Copa
-
Com gol de Messi, Argentina vence Jordânia (3-1) e fecha campanha 100% no Grupo J da Copa
-
Copa do Mundo 'perde valor' com 48 seleções, afirma técnico de Gana
-
RD Congo vence Uzbequistão (3-1) e vai aos 16-avos da Copa como 3º do Grupo K
-
Colômbia empata com Portugal (0-0) e vai aos 16-avos da Copa como líder do Grupo K
FMI: dívida pública global deve superar US$ 100 trilhões até o fim do ano
A dívida pública mundial deve continuar aumentando e alcançar 100 trilhões de dólares (560 trilhões de reais) até o fim do ano, o equivalente a 93% do PIB mundial, afirma o Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu relatório sobre política orçamentária (Fiscal Monitor) publicado nesta terça-feira.
Em termos percentuais não há aumento, pois a dívida pública atingiu 93% em 2023, mas a quantia do dinheiro devido está crescendo e a tendência não está em processo de reversão, lamenta o Fundo, que prevê um nível de 100% do PIB até o final da década.
Para efeito de comparação, a dívida privada das famílias e das empresas não financeiras representava 146% do PIB global no final de 2023, segundo os dados da instituição.
"Há razões muito boas para acreditar que o peso da dívida - ou a perspectiva da dívida - pode ser pior do que o esperado", destacou Era Dabla-Norris, vice-diretora do Departamento de Finança Públicas do Fundo Monetário Internacional, durante uma entrevista coletiva online.
"A experiência nos recorda que as projeções da dívida tendem a ser muito otimistas, seja porque os governos são muito otimistas a respeito de suas previsões de crescimento ou porque as reformas orçamentárias nunca são totalmente executadas", explicou.
Se os Estados já tivessem anunciado ajustes orçamentários, não estabilizariam necessariamente a dívida pública e muito menos a reduziriam, mesmo que fossem implementados em sua totalidade.
Isto é explicado porque a dívida de algumas das principais economias, em particular Estados Unidos e China, continua aumentando e não apresenta sinais de inversão da curva.
Para permitir uma redução real da dívida pública, seria necessário um ajuste de 3,8% do PIB a cada ano até o fim da década, muito superior ao 1% previsto atualmente.
Mas uma redução significativa mal calibrada do gasto público poderia ter um grande impacto no crescimento e provocar um aumento das desigualdades, assim como do nível da dívida dos países.
O FMI já recordou em diversos momentos a necessidade de que os Estados reconstituam as margens orçamentárias, minadas pelas sucessivas crises desde a pandemia da covid-19, justamente para que tenham condições de enfrentar as próximas crises.
Ao mesmo tempo, a instituição reconhece a necessidade de os Estados investirem muitos recursos contra o aquecimento global e a adaptação das sociedades para mitigar suas consequências.
Mas o aumento das taxas de juro nos últimos três anos prejudicou as finanças públicas de muitos países, ao provocar o aumento do custo do crédito.
Segundo o Banco Mundial, quase 40 países enfrentam atualmente uma crise da dívida ou estão perto desta situação, em particular devido ao aumento significativo do serviço de sua dívida.
D.Johnson--AT