-
'Tudo pode acontecer', diz Maresca sobre possível saída de Rodri para o Barcelona
-
Expulsos dos EUA para Guiné Equatorial enfrentam violência e intimidação policial
-
СНК Скандик Пэй: Оплата по всему миру без границ
-
SNC SCANDIC PAY: Pagamentos em todo o mundo e sem limites
-
Óculos 'inteligentes' ganham espaço e 'mudam a vida' de pessoas com deficiência visual
-
'Adoravam salsa', diz primo da única sobrevivente de família devastada por terremoto na Colômbia
-
Incêndios deixam dezenas de feridos e milhares de desabrigados na Europa
-
Polícia recupera obras de Matisse roubadas em 2025 em São Paulo
-
Colômbia prossegue com as buscas mas esperança de encontrar sobreviventes do terremoto é cada vez menor
-
Líder del partido anti-imigração britânico vence eleição parcial
-
EUA ameaça Irã com isolamento econômico "como o mundo nunca viu”
-
ट्रोजन: एक अधिक खतरनाक राजनीतिक युग के लिए विशेष सुरक्षा
-
TROJAN: 더욱 위험해진 정치 시기를 위한 특별 보호 조치
-
برنامج «TROJAN»: حماية خاصة في ظل أوقات سياسية أكثر خطورة
-
O TROJAN: proteção especial para um período político mais perigoso
-
TROJAN: спеціальний захист для більш небезпечних політичних часів
-
《特洛伊木馬》:在政治局勢日趨險惡的時代,提供特別保護
-
『TROJAN』:政治情勢がより危険になる時代に向けた特別な保護策
-
Justiça do Peru anula condenação de ex-primeira dama por caso Odebrecht
-
Corinthians arranca empate (0-0) contra o Rosario Central na ida das oitavas da Libertadores
-
Bolívia lança plano para conter expansão de grupos criminosos do Brasil
-
EUA executa três condenados à morte no mesmo dia
-
Começa apuração-chave para líder do partido anti-imigração britânico
-
Diminuem as esperanças de encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Ben Shelton vence Nakashima e é bicampeão do Masters 1000 do Canadá
-
Oposição se compromete a impulsionar libertação de presos políticos na Venezuela
-
Mirassol cede empate no fim contra LDU (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Com assistências de Neymar, Santos vence Macará (2-1) de virada na ida das oitavas da Sul-Americana
-
Vance diz que preço do petróleo é prioridade dos EUA na guerra contra Irã
-
Swiatek vence Rybakina e conquista WTA 1000 de Toronto
-
Resgates na Colômbia diminuem após terremoto, enquanto crescem os acampamentos de sobreviventes
-
Médicos deveriam ter 'mudado a abordagem' em relação aos sintomas de Maradona, diz perito
-
Incêndio florestal obriga evacuação por mar de quase 500 turistas na Grécia
-
Bombardeios israelenses deixam dois mortos em Gaza
-
Rússia e Japão reacendem disputa territorial após visita de Putin às Ilhas Curilas
-
Supercopa da Europa 'foi a minha Copa do Mundo', escreve árbitro somali
-
Sobreviventes reencontram animais de estimação após terremoto na Colômbia
-
PSG chega a princípio de acordo com Barça para contratar Ferran Torres
-
Inflação na Argentina acelera levemente em julho
-
Florent Manaudou, lenda da natação francesa, anuncia aposentadoria
-
Astros sul-americanos sem clube buscam aquela que pode ser sua 'última dança'
-
EUA executa dois presos, um terceiro aguarda no corredor da morte
-
EUA planeja ataques 'em terra' contra traficantes com parceiros latino-americanos
-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
Google enfrenta novo julgamento nos EUA por concorrência no mercado publicitário
O Google enfrenta desde esta segunda-feira (9) um segundo grande julgamento em menos de um ano, acusado pelo governo americano de dominar o mercado da publicidade digital e sufocar a concorrência.
O processo acontece em um tribunal federal da Virgínia e segue-se a outro de características semelhantes, mas focado no mercado das pesquisas on-line, que terminou no mês passado, com um veredicto que determinou que a Google exerce um monopólio ilegal nessa área.
A nova batalha legal, também iniciada pelo Departamento de Justiça, concentra-se na tecnologia de publicidade do Google, o sistema por meio do qual determina-se que anúncios as pessoas veem em seu mecanismo de busca e o custo para o anunciante.
"Essa tecnologia pode ser moderna, mas as práticas são tão antigas quanto os monopólios", disse Julia Wood, advogada do Departamento de Justiça, no começo do julgamento. Ela ressaltou que o Google usa sua capacidade financeira para comprar potenciais rivais e dominar o mercado, deixando os anunciantes e editores sem outra opção que não a sua tecnologia.
Pela via de aquisições, "o Google usou seu monopólio para criar uma série de ferramentas de publicidade necessárias para manter a internet viva. Os editores de conteúdo estavam compreensivelmente furiosos, e as evidências mostrarão que não podiam fazer nada", apontou a advogada.
- O que o governo busca? -
O governo quer que o Google ceda algumas de suas atividades na área da tecnologia publicitária. A advogada da empresa, Karen Dunn, denunciou o que chamou de interpretação errônea do direito pelas autoridades, que visa a eleger "vencedores e perdedores" no mercado da publicidade digital.
Karen argumentou que uma decisão contrária ao seu cliente beneficiaria outros pesos pesados, como Microsoft, Meta e Amazon, cujas participações no mercado crescem, enquanto a do Google "diminui".
A primeira testemunha do governo foi Tim Wolfe, executivo da Gannet, editora do USA Today e de centenas de provedores de notícias nos Estados Unidos. Ele disse à corte que sua empresa "não teve alternativa" a não ser usar o Google, uma vez que a tecnologia da gigante californiana dava acesso a anunciantes que outros provedores não podiam oferecer.
O julgamento deve durar cerca de seis semanas e contar com dezenas de testemunhas no tribunal da juíza Leonie Brinkema. Se considerado culpado, uma segunda fase do processo irá determinar como o Google deverá proceder em função da decisão.
Investigações semelhantes sobre o domínio do Google na publicidade digital acontecem na União Europeia e Grã-Bretanha. Analistas da Wedbush Securities estimam que o impacto econômico do caso será limitado para o Google, independentemente do resultado.
A atividade que a empresa poderia perder representa menos de 1% da sua receita. A consultoria Emarketer estima em 28% a fatia do mercado mundial da publicidade digital controlada pelo Google, à frente da Meta (Facebook, Instagram), com 23%; da Amazon, com 9%; e do TikTok, propriedade da chinesa ByteDance, que tem 7%.
H.Thompson--AT