-
Esquerda se agarra à esperança de virada de Lula
-
Trump diz que vai conversar com Putin, após suspeita de peste
-
Detenta que sobreviveu a execução fracassada nos EUA está consciente, dizem advogados
-
Trump não reembolsará aos contribuintes o dinheiro usado em anúncios de TV
-
Espanha vence Croácia com dois gols de Merino e vai às quartas da Liga das Nações
-
Kane comanda vitória da Inglaterra sobre República Tcheca na Liga das Nações
-
Oligarca russo diz que Trump Jr. devolveu dinheiro de gastos com seu casamento luxuoso
-
Paramount conclui compra da Warner Bros Discovery, dando origem à Skydance
-
Louis Vuitton encerra Semana de Moda de Paris com viagem ao futuro
-
CR7 pede desculpas por seu comportamento e abre as portas para retorno a Portugal
-
Messi faz último jogo pela Argentina em 'festa de agradecimento'
-
Emmy, o Oscar da televisão, migra para o streaming
-
Universidade de Cornell nomeia ex-vice-procuradora para revisar caso de estupro coletivo
-
Mais de duas mil pessoas protestam em Atenas contra visita de Marco Rubio
-
Tráfico, corrupção e pressão dos EUA: pontos-chave da prisão do procurador-geral na Bolívia
-
Uruguai goleia Índia em seu último amistoso nesta data Fifa
-
Uso de IA em trabalhos acadêmicos provoca debate nas universidades dos EUA
-
Líder independentista catalão Carles Puigdemont já pode retornar à Espanha
-
Israel derruba edifício em Jerusalém Oriental onde viviam dezenas de palestinos
-
Jannik Sinner, número 1 do tênis, encerra temporada devido a lesão no joelho
-
Alcaraz é campeão do ATP 500 de Tóquio, seu primeiro título após lesão no punho
-
Prefeito opositor voltará para a prisão após ser operado em hospital no Equador
-
Colonos israelenses agridem fotógrafo da AFP na Cisjordânia
-
Paramount Skydance conclui compra da Warner Bros Discovery
-
Governo francês nega 'repressão policial' em protestos estudantis
-
Aos 39 anos, Djokovic conquista 102º título da carreira no ATP 500 de Pequim
-
Shakira e Piqué discutem em tribunal de Barcelona regime de visitas dos filhos
-
Crise ameaça um dos maiores símbolos do socialismo em Cuba
-
Startup francesa Mistral anuncia seu maior modelo de IA para desafiar gigantes mundiais
-
Ucrânia instala redes em pontes de Kiev após ataques de drones russos
-
Sétimo suspeito detido por incidente perto de base militar britânica usada pelos EUA
-
Pela primeira vez desde 1945, extrema direita alemã conquista presidência de Parlamento regional
-
América Latina reduz ritmo de crescimento para 2,2% em 2026, diz Banco Mundial
-
Dívida de empresas de IA dispara e acelera alta das taxas de juros
-
Marco Rubio afirma que Islândia é um 'baluarte estratégico' para a segurança
-
Vencedor do Nobel de Medicina de 2026 espera lançar luz sobre o cérebro
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque a aeroporto de Riade e negam ter perdido território
-
Milhares de estudantes protestam de novo na França sob forte vigilância policial
-
Rússia nega ter ordenado restrições devido a suposto caso de peste pneumônica
-
Alex Bodi își continuă expansiunea: planuri pentru deschiderea unui showroom ALIX LASERS la București
-
Sánchez apresenta ao Congresso espanhol decretos de moradia com novas medidas
-
Francis Halzen ganha o Nobel de Física por descobrir neutrinos de origem cósmica
-
Ultradireitista Le Pen promete cortes drásticos para evitar inadimplência da França
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec, segundo resultados preliminares
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec (estimativas)
Venezuela protesta contra retomada de sanções e acusa EUA de 'violar' acordos
A Venezuela protestou, nesta quinta-feira (18), contra a retomada das sanções dos Estados Unidos ao petróleo venezuelano e acusou o país de "violar" os acordos assinados entre ambos no Catar, onde discutiram temas bilaterais, incluindo garantias para as eleições presidenciais de 28 de julho.
"A Venezuela rejeita mais uma vez a intenção do governo dos Estados Unidos da América de monitorar, proteger, controlar e manipular a indústria petrolífera venezuelana através de sua política ilegal de imposição de medidas coercitivas e licenças", afirmou o chanceler Yván Gil ao ler um comunicado.
Os EUA anunciaram na quarta-feira o fim da flexibilização decretada há seis meses, que autorizava a produção e venda de petróleo e gás da Venezuela.
O Departamento do Tesouro americano deu um prazo para a "liquidação das transações" pendentes até 31 de maio e incluiu uma seção que permite que empresas que desejam trabalhar com a Venezuela solicitem licenças específicas.
A decisão foi uma resposta ao "assédio" eleitoral contra a oposição na organização das eleições presidenciais, nas quais o presidente Nicolás Maduro buscará um terceiro mandato de seis anos.
Gil indicou que com esta medida, os EUA "consumaram sua política de violação aos compromissos firmados sob a mediação do Catar" em setembro do ano passado, que, segundo a Venezuela, consistia na eliminação das sanções no momento da convocação das eleições.
As negociações entre Caracas e Washington ocorreram de forma silenciosa e, entre outras questões, levaram ao acordo de troca entre Alex Saab, acusado de ser testa-de-ferro do presidente, por 10 americanos e 18 venezuelanos presos na Venezuela.
Simultaneamente, uma negociação entre o governo e a oposição no país sul-americano, mediada pela Noruega, alcançou um acordo sobre a realização de eleições no segundo semestre e a revisão das inabilitações contra opositores.
Como resposta, os EUA flexibilizaram as sanções e condicionaram a suspensão total das mesmas à realização de eleições nas quais todos os inabilitados pudessem participar.
"Os Estados Unidos não estão prejudicando uma Venezuela independente que aprendeu a se sobrepor às suas agressões, pelo contrário, prejudicaram qualquer tentativa de normalização das relações bilaterais, o mercado energético internacional (...) e sobretudo, seus próprios investimentos e interesses na indústria petroleira venezuelana", declarou o chanceler.
A.Williams--AT