-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
-
Chelsea anuncia contratação do lateral espanhol Pep Chavarría
-
Acidente com balsa em lago no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
-
EUA: inflação registra leve desaceleração em julho
-
Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
-
Acidente de balsa no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Socorristas trabalham sem trégua para encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Arte ou medicina? O debate que divide o Japão sobre a tatuagem cosmética
-
'Motoboys' recebem aumento salarial significativo na Austrália
-
Brasil perde cobertura de vegetação nativa e enfrenta risco de impacto maior do El Niño
-
Ex-primeiro-ministro reformista chinês Zhu Rongji morre aos 97 anos
-
Uma pessoa morta e 172 resgatadas em segunda balsa incendiada em poucos dias na Indonésia
-
Rod Stewart cancela shows na América do Norte após cirurgia cardíaca
-
Putin ameaça interceptar navios ocidentais como medida de retaliação
-
Europeus se preparam para o eclipse solar total
-
Trump confirma troca de avião misteriosa que gerou questionamentos nos EUA
-
Socorristas resgatam mulher sob os escombros mais de 30 horas após o terremoto na Colômbia
-
Rybakina vence Osaka de virada e vai às semifinais do WTA 1000 de Toronto
-
Terremoto deixou mais de 240 mortos na Colômbia; buscas continuam
-
Polícia da Bolívia intercepta ônibus com maconha destinado ao São Paulo
-
Atual campeão, Ben Shelton vence Mensik e vai às semifinais do Masters 1000 do Canadá
-
Fluminense empata em casa com Independiente Rivadavia (0-0) na ida das oitavas da Libertadores
-
Gauff avança às semifinais do WTA 1000 de Toronto após desistência de Bencic
BCE mantém taxas de juros inalteradas, mas vigia a inflação
O Banco Central Europeu (BCE) manteve, nesta quinta-feira (26), as suas taxas de referência inalteradas, após dez aumentos consecutivos desde julho de 2022, mas descartou qualquer redução devido aos persistentes riscos inflacionários agravados pela guerra no Oriente Médio.
Depois de aumentar as taxas de juros oficiais ao nível mais alto da história, os mercados esperavam esta pausa na política monetária restritiva.
Os guardiões do euro querem reservar algum tempo para analisar o rumo que a economia da zona do euro está tomando.
Desde a última reunião do BCE, em setembro, a situação econômica se deteriorou, enquanto a inflação acentuou a sua queda, de 5,2% em agosto para 4,3% em setembro, em termos anuais.
Isso indica que já existe "uma transmissão muito forte da política monetária, particularmente no setor bancário, e que o financiamento da economia é diretamente afetado", sublinhou a presidente do BCE, Christine Lagarde, acrescentando que outros efeitos na economia "ainda estão por vir."
A taxa de depósito de referência se mantém em 4,0%, o seu nível mais alto desde o lançamento da moeda única em 1999, enquanto a taxa de refinanciamento e a taxa de juros de facilidade marginal de crédito se situam em 4,50% e 4,75%, respectivamente.
"Devemos ser estáveis e permanecer firmes", sublinhou Lagarde perante a imprensa.
- Sem "margem" para cortes -
A pausa no aperto monetário deverá permitir também uma melhor avaliação do impacto das tensões geopolíticas relacionadas à guerra entre Israel e o Hamas, que geram receios de um aumento do custo do petróleo e da energia.
O BCE está "muito atento" ao risco econômico representado por este conflito, somado à turbulência pela guerra na Ucrânia, disse Lagarde.
Os preços da energia tornaram-se ainda "menos previsíveis" e "o aumento das tensões geopolíticas poderá fazê-los subir no curto prazo", considerou.
Neste contexto, "falar de uma redução é totalmente prematuro", segundo Lagarde, embora a debilidade da atividade econômica suscite receios de uma contração do Produto Interno Bruto da zona do euro no terceiro trimestre.
"O BCE só pode ter a certeza de que a inflação voltará ao seu objetivo de 2% se mantiver as taxas no seu nível restritivo atual durante tempo suficiente", disse Mark Wall, economista do Deutsche Bank.
No entanto, Holger Schmieding, economista do Berenberg Bank, acredita que o BCE está "se estabelecendo em uma área plana". "Se não houver grandes surpresas, as taxas permanecerão nos níveis atuais no futuro previsível", disse.
Em dezembro, a instituição monetária poderá tomar uma decisão com base nos últimos números da inflação e em um novo conjunto de projeções econômicas até 2026.
A maioria dos economistas não espera um corte nas taxas antes do segundo semestre de 2024, no mínimo. "O BCE não tem margem para baixar as taxas no próximo ano", devido ao risco contínuo de inflação, disse Jörg Krämer, economista do Commerzbank.
A.Taylor--AT