-
Estado da Geórgia, campo de batalha pelo acesso ao voto no EUA
-
Os principais temas que agitam as eleições de meio de mandato nos EUA
-
Trump e republicanos enfrentam desafio de pesquisas desfavoráveis a um mês das eleições
-
Ataque russo contra navio no Mar Negro deixa dois mortos, segundo Ucrânia
-
Flávio Bolsonaro se impõe contra Lula, impulsionado por onda conservadora
-
Trump aproveita eleições no Brasil para criticar a contagem de votos nos EUA
-
ONU alerta que o calor extremo coloca em risco as gestações e os partos
-
Protestos estudantis bloqueiam centenas de escolas na França
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após incidente
-
Arábia Saudita bombardeia houthis com 100 aviões
-
Nobel de Medicina de 2026 premia os avanços da optogenética
-
Pedro Sánchez antecipa eleições na Espanha para 29 de novembro
-
Apesar da dificuldade, 'lulistas' confiam em virada contra Flávio Bolsonaro
-
Brasil elegeu Congresso que pode conceder anistia a Jair Bolsonaro
-
Família Bolsonaro se impõe no 1º turno e conquista quatro cadeiras no Congresso
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da extrema direita que desafia Lula
-
Flávio Bolsonaro e Lula disputarão 2º turno presidencial
-
Jogadores israelenses usam braçadeira preta em empate contra a Irlanda
-
Líder sérvio da Bósnia Dodik reivindica vitória eleitoral de seu partido e agradece a Trump e Putin
-
Sem CR7, Portugal vence Noruega (2-1) e garante vaga nas quartas da Liga das Nações
-
Flávio Bolsonaro à frente de Lula na apuração do 1º turno presidencial
-
Alemanha fica no 0 a 0 na visita à Grécia e se complica na Liga das Nações
-
Países Baixos vencem Sérvia (2-1) e se aproximam das quartas de final da Liga das Nações
-
Na Amazônia, indígenas votam em Lula e se preocupam com o El Niño
-
Iêmen anuncia operação para recuperar territórios controlados pelos houthis
-
Etiópia controla capital do Tigré e rivais regionais pedem solução pacífica
-
Castigada pela insegurança, Rocinha vota sem esperança
-
Chanel se rende à "Blazymania"
Fed pausa altas e mantém taxas de juros entre 5% e 5,25%
O Federal Reserve (Fed, banco central americano) manteve estáveis, nesta quarta-feira (14), suas taxas básicas de juros entre 5% e 5,25%, na primeira pausa em sua política de ajuste monetário desde março de 2022, embora preveja novas altas até o fim do ano.
Esta decisão unânime do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), órgão similar ao Comitê de Política Monetária (Copom) no Brasil, deve permitir aos tomadores de decisão "avaliarem informação adicional e suas implicações para a política monetária", informou o Fed em um comunicado.
Antes de decidir pausar as altas, o BC americano adotou dez aumentos consecutivos de suas taxas básicas de juros.
No entanto, quase todos os participantes da reunião de dois dias, finalizada nesta quarta, "consideram provável que sejam necessárias novas altas este ano para trazer a inflação para 2%", meta da instituição, disse, em coletiva de imprensa, o presidente do banco central americano, Jerome Powell.
Powell disse, ainda, que as novas altas serão adotadas em "um ritmo moderado".
Um membro do FOMC espera, inclusive, taxas de 6% a 6,25% no fim do ano, e dois preveem juros estáveis no nível atual.
Os dirigentes do Fed esperam que as taxas depois baixem entre 4,25% e 4,50% em 2024.
O Fed também elevou a 1% sua projeção de crescimento do PIB em 2023 frente a 0,4% em março, e revisou levemente para baixo, a 3,2%, sua previsão de inflação, frente à anterior, de 3,3%.
Após o anúncio do Fed de uma previsão de novas altas dos juros no futuro, a bolsa de Nova York operou no vermelho.
- Inflação moderada -
A inflação moderou-se fortemente em maio nos Estados Unidos, e alcançou um mínimo em mais de dois anos, segundo dados divulgados na terça, quando o Fed iniciou sua reunião de dois dias.
O índice de preços ao consumidor (IPC) subiu 4% em 12 meses frente a 4,9% em abril, segundo o IPC, publicado pelo Departamento do Trabalho.
Em junho de 2022, a inflação estava em 9,1%, um máximo em 40 anos.
O nível de alta dos preços em maio de 2023 foi o menor desde março de 2021.
Nesta quarta, outro índice divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA, o PPI, que mede os preços no atacado, revelou uma queda maior do que a esperada em maio em relação a abril, sobretudo devido a uma diminuição nos preços dos bens.
O informe demonstrou que os preços de venda de bens manufaturados nos Estados Unidos e de serviços prestados por empresas americanas caíram 0,3% em maio, um sinal positivo adicional para o Federal Reserve.
- Meta: 2% -
Este mecanismo encarece o crédito para o consumo e os investimentos, diminuindo, assim, a pressão sobre os preços na economia.
O Fed trabalha com uma meta de inflação de 2% ao ano, considerada saudável para a economia.
M.King--AT