-
EUA diz não querer acordo com Irã "a qualquer preço"
-
Uruguai e Espanha brigam por classificação na Copa em um disputado Grupo H
-
Países do mundo todo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos mortais
-
Mbappé vs Haaland, o duelo entre artilheiros na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA dá aval à política migratória de Trump
-
Acusação contra Harvey Weinstein é retirada em caso de estupro nos EUA
-
Estéban Lepaul, artilheiro da Ligue 1, renova com o Rennes
-
Suprema Corte dos EUA decide que governo pode rejeitar pedidos de asilo na fronteira
-
Com dois gols contra a Escócia, Vini Jr. entra na disputa pela Chuteira de Ouro
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Sul-africanos vão às ruas para celebrar classificação histórica na Copa do Mundo
-
Mais de 100 milhões de europeus sofrem impacto de onda de calor mortal
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
Reformas em Cuba: guinada ao modelo chinês ou ao capitalismo oligárquico?
-
Polônia realiza conferência sobre a reconstrução da Ucrânia sem Zelensky
-
Sarah Burton faz referência a Timothée Chalamet em sua estreia masculina para Givenchy
-
Crime organizado brasileiro se expande para a Guiana Francesa
-
EUA e países de todo o mundo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos devastadores
-
Brasil aguarda conclusão do Grupo F para conhecer rival na 2ª fase da Copa
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
'Tudo desabou': área mais devastada pelos terremotos na Venezuela pede socorro
-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
'Muito nervoso, mas feliz', diz Neymar após estreia na Copa do Mundo
-
Proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto (estudo)
-
Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'
-
'Seguir melhorando', diz Vini Jr. após vitória do Brasil
-
Bósnia elimina Catar e se garante nos 16-avos da Copa do Mundo
-
Jaques Wagner deixará liderança do governo no Senado por suspeita de corrupção
-
'Agora chega o bonito', diz Ancelotti após vitória do Brasil sobre a Escócia
-
Marrocos vence Haiti (4-2) e passa em segundo no grupo do Brasil na Copa
-
Brasil vence Escócia (3-0) e vai aos 16-avos como 1º do Grupo C da Copa
-
Terremotos na Venezuela destroem prédios e causam pânico em Caracas
-
Trump pede ao Congresso mais recursos para guerra no Irã
-
Ainda confiante na classificação, Equador encara líder Alemanha
-
Forte sismo de magnitude 7,1 sacode a Venezuela
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo em negociações com Irã
-
Entre a nostalgia e o desinteresse, Itália vive mais uma Copa sem a 'Azzurra'
-
Tenistas vão intensificar protesto por premiação em Wimbledon
-
'Eles vêm com tudo', diz Laporte sobre duelo da Espanha contra o Uruguai
-
Onda de calor sufoca Europa e testa redes elétricas
-
Candidatos do prefeito de Nova York vencem primárias democratas
-
Bósnia garante terceiro lugar do Grupo B na Copa do Mundo e elimina o Catar
-
Suíça vence Canadá (2-1) e avança como líder do Grupo B da Copa
Prorrogado por dois meses acordo de exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro
O acordo de exportação de cereais ucranianos pelo Mar Negro foi prorrogado por dois meses, anunciou, nesta quarta-feira (17), o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que mediou as negociações entre Rússia e Ucrânia.
"Decidiu-se prorrogar por dois meses o acordo (de exportação) de grãos do Mar Negro", anunciou Erdogan na véspera do vencimento deste pacto, assinado inicialmente em julho de 2022, com o apoio da ONU.
A Rússia concordou em não barrar a saída de navios dos portos ucranianos, detalhou Erdogan, enfatizando que a prorrogação é "benéfica para todas as partes".
Pouco depois do anúncio, a Ucrânia manifestou seu "agradecimento" a Ancara e à ONU pela prorrogação do acordo de exportação de grãos, que "reforça a segurança alimentar mundial".
A Rússia confirmou a extensão do pacto por um período de dois meses, mas pediu para "corrigir" os "desequilíbrios" na aplicação do mesmo.
Segundo Moscou, suas exportações de fertilizantes e produtos agrícolas continuam sendo bloqueadas pelos países ocidentais, em resposta à invasão da Ucrânia.
O acordo fez caírem rapidamente os preços do trigo no mercado europeu abaixo dos 226 euros (R$ 1.211 na cotação de hoje) a tonelada para entrega em setembro, 8 euros (R$ 42,8) a menos do que na véspera.
O valor é muito inferior ao máximo alcançado em maio de 2022, quando a tonelada de trigo atingiu quase 440 euros (cerca de R$ 2.300 na cotação da época) no mercado europeu.
- Um acordo ameaçado regularmente -
A Ucrânia era um dos maiores exportadores de grãos do mundo antes da invasão russa, iniciada em fevereiro de 2022.
A princípio, os navios de guerra russos bloquearam os portos ucranianos do Mar Negro, contribuindo para a disparada dos preços dos grãos nos mercados globais. A alta prejudicou particularmente os países mais pobres.
A Turquia e as Nações Unidas fecharam este acordo inicialmente em julho de 2022, em virtude do qual abriram corredores seguros para a navegação de navios carregados com cereais ucranianos.
No entanto, o acordo esteve regularmente em perigo toda vez que a Rússia e a Ucrânia tiveram que renová-lo.
Em 19 de março, o acordo foi renovado por 60 dias, e não por 120, como a Ucrânia queria, depois que a Rússia pôs uma série de condições sobre a mesa, entre elas a exportação de seus fertilizantes.
Até então, mais de 30 milhões de toneladas de grãos e outros produtos agrícolas foram exportadas graças ao acordo.
Apesar de ter sido privada de um quarto de suas terras cultiváveis e com uma produção que em 2023 será 50% inferior à de 2021, a Ucrânia "continua sendo vital" para o mercado mundial de grãos, informou à AFP, antes do anúncio desta quarta, Sébastien Abis, pesquisador associado do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS), com sede na França.
O chefe de assuntos humanitários da ONU, Martin Griffiths, tinha manifestado na segunda-feira sua preocupação com a "redução significativa dos volumes de exportações que saem dos portos ucranianos", e pediu "responsabilidade" às partes pelo impacto do acordo nos países mais pobres.
O anúncio desta quarta ocorre em um momento oportuno para o presidente turco, que tentará, em 28 de maio, se reeleger em segundo turno contra seu adversário, Kemal Kiliçdaroglu.
"Putin dá de presente a Erdogan uma nova vitória diplomática antes do segundo turno da eleição presidencial" turca, escreveu no Twitter Emre Peker, do centro de reflexão Eurasia Group.
A.Ruiz--AT