-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
-
Alcaraz vence Medvedev e vai à final do ATP 500 de Viena
-
Deslocados da cidade ocupada de Oleshki chegam à Ucrânia
-
França em alerta diante do risco de violência em novas manifestações
-
Alemanha mobiliza a polícia antes de um grande dia de protestos juvenis
-
Presidente da Polônia convoca consultas de emergência devido a crise institucional
-
França mobiliza amplo esquema de segurança diante de novo dia de protestos
Brasil pede explicações ao TikTok por videos que incitam violência contra as mulheres
O governo brasileiro exigiu nesta terça-feira que o TikTok explique as medidas que aplica para detectar e remover conteúdo misógino, após a viralização de vídeos que simulavam agressões contra mulheres.
As imagens, que circularam amplamente nos últimos dias, coincidindo com o Dia Internacional da Mulher, mostravam homens simulando chutes, socos e facadas contra manequins que representavam figuras femininas.
O texto que acompanhava as imagens justificava explicitamente a violência diante de uma rejeição amorosa, sob a "trend" "caso ela diga não".
O Ministério da Justiça encaminhou um ofício ao TikTok em que solicita explicações sobre o funcionamento de seus sistemas de moderação e seu algoritmo de recomendação, e se os perfis que compartilharam os vídeos foram pagos para fazê-lo. A plataforma tem cinco dias para responder.
O ministério ressaltou que a obrigação da plataforma vai além da remoção do conteúdo solicitado pelas autoridades, e lembrou que uma decisão do Supremo Tribunal Federal ampliou a responsabilidade civil das redes sociais, que devem agir proativamente diante de conteúdo que configure crime contra as mulheres.
A polícia identificou quatro perfis responsáveis por publicar o material. Em comunicado enviado à AFP, o TikTok afirmou que as publicações denunciadas foram removidas da plataforma, e que seu "time de moderação segue atento e trabalhando para identificar possíveis conteúdos violativos sobre o tema".
E.Hall--AT