-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Equador aceita reunião com Colômbia para tratar da guerra comercial
O governo do Equador aceitou a proposta da Colômbia de se reunir para tratar da guerra comercial que os opõe, mas não na data sugerida por Bogotá, indicou a ministra das Relações Exteriores do Equador, Gabriela Sommerfeld.
Os países se puniram mutuamente com tarifas de 30%, o que intensificou uma disputa comercial e diplomática com um foco no tráfico de drogas na fronteira comum. Após o impasse iniciado por Quito, Bogotá suspendeu a venda de eletricidade, da qual o Equador é deficitário.
Em uma tentativa de reduzir as tensões, a Colômbia propôs uma reunião bilateral na fronteira, neste domingo.
"O Equador fez uma contraproposta de datas, para a próxima semana, para poder manter diálogos", disse Sommerfeld em declarações divulgadas pelo canal nacional TC.
"O Equador fez uma contraproposta de datas, para a próxima semana, para poder manter diálogos" por questões de agenda, disse Sommerfeld em declarações divulgadas nesta sexta-feira por seu ministério.
A ministra, que acompanha o presidente Daniel Noboa em sua visita a Bruxelas após participar do Fórum Econômico Mundial de Davos, assinalou que, no encontro com autoridades colombianas, vai "insistir" neste "tema tão importante" de enfrentar de maneira conjunta o narcotráfico na zona fronteiriça.
"O que o Equador fez não foi impor uma tarifa, não nos enganemos: é uma taxa de segurança que está sendo aplicada aos produtos [colombianos] para poder cobrir esse custo, que hoje não é compartilhado" com o país vizinho, acrescentou.
Noboa acusa seu homólogo colombiano, o esquerdista Gustavo Petro, de não fazer o suficiente contra os cartéis que, hoje, colocam o Equador entre os países mais violentos da região.
"Para responder aqui ao colega presidente do Equador, que não gosta nada de mim (...), vendemos energia quando precisavam, mas agora, como não precisam...", disse Petro e acrescentou que o problema do narcotráfico na fronteira tem uma responsabilidade compartilhada.
Equador assegura ter capacidade suficiente para cobrir a demanda de energia. Segundo autoridades do setor, o país tem autonomia para 45 dias, em condições climáticas normais, mas especialistas apontam possíveis riscos em períodos de seca.
Noboa é aliado de seu homólogo americano Donald Trump, que também transformou o combate às drogas em prioridade e usou tarifas de forma semelhante para atingir seus objetivos.
A Colômbia é o maior parceiro comercial do Equador dentro da Comunidade Andina, que inclui Bolívia e Peru, e o segundo no mundo depois dos Estados Unidos.
M.Robinson--AT