-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Apoiadores da iraniana Nobel da Paz continuam sem conseguir contatá-la após sua prisão
Não houve contato com a ganhadora iraniana do Prêmio Nobel da Paz, Narges Mohammadi, desde sua detenção na sexta-feira (12), disseram seus apoiadores neste domingo (14), instando a República Islâmica a libertar a ativista e dezenas de pessoas presas junto com ela.
Mohammadi, que ganhou o Nobel em 2023, foi detida na sexta-feira após comparecer a uma cerimônia de homenagem, na cidade de Mashhad, ao advogado Josrow Alikordi, encontrado morto no início deste mês.
Segundo o promotor de Mashhad, Hasán Hematifar, 38 pessoas foram presas no evento, entre elas Mohammadi e outra destacada ativista, Sepideh Gholian.
O irmão de Alikordi, Javad, foi detido mais tarde no mesmo dia. Mohammadi, que passou grande parte da última década entrando e saindo da prisão, havia sido autorizada a sair da prisão em dezembro de 2024 por motivos médicos.
Durante o último ano, continuou com seu ativismo. Desde sua última prisão, Mohammadi não realizou nenhuma ligação telefônica e "apenas um número limitado de detidos conseguiu entrar em contato com familiares", destacou sua fundação em um comunicado.
O comunicado expressou sua "profunda preocupação pelo bem-estar físico e psicológico de todos os detidos" e pede sua libertação "imediata e incondicional". Indicou que a organização soube que seu caso foi encaminhado à Procuradoria Revolucionária Mashhad, órgão responsável por casos de segurança nacional.
No entanto, a fundação disse não ter recebido informação sobre seu "paradeiro ou estado".
Imagens da cerimônia mostraram Mohammadi —sem o véu, obrigatório para as mulheres em público na república islâmica— subindo em um carro para se dirigir a multidões que cantavam slogans contra as autoridades.
Depois foi detida "violentamente", destacou a organização, que acrescentou que acredita que o número de pessoas detidas junto com ela pode ter ultrapassado 50.
O promotor Hasán Hematifar, citado no sábado pela agência de notícias IRNA, disse que as investigações seguem em curso. Acusou Javad Alikordi, Gholian e Mohammadi de pronunciarem "discursos provocadores, incitar os presentes a perturbar a ordem pública e cantar slogans que violavam as normas".
Alikordi, de 45 anos, advogado que havia defendido pessoas detidas durante os protestos de 2022-2023, foi encontrado morto em seu escritório em 5 de dezembro.
Ativistas afirmam que o Irã continua mergulhado em uma profunda repressão mais de cinco meses após o fim da guerra de 12 dias contra Israel, com mais de 1.400 pessoas executadas neste ano.
A.Williams--AT