-
Bolívia vence Suriname (2-1) e vai enfrentar Iraque por vaga na Copa de 2026
-
A Ucrânia destrói as exportações russas de petróleo do terror
-
'Uma decisão difícil e talvez injusta', admite Tuchel sobre não convocar Alexander-Arnold
-
Trump adia prazo para ataques contra Irã em meio a negociações
-
Falta de adversários de peso preocupa Argentina antes da Copa de 2026
-
Dinamarca e República Tcheca vão se enfrentar numa das finais da repescagem europeia para Copa
-
Brasil perde para França (2-1) em amistoso preparatório para Copa
-
Suécia bate Ucrânia (3-1) e vai enfrentar Polônia por vaga na Copa do Mundo
-
Itália vence Irlanda do Norte (2-0) e vai à final de sua repescagem para Copa de 2026
-
Gauff vence Muchova e avança pela 1ª vez à final do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood a partir de 2029
-
Espanha vai enfrentar Peru em Puebla, em seu último amistoso antes da Copa do Mundo
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood
-
Milhares de estudantes no Chile protestam contra Kast por cortes na educação
-
Um sorridente Nicolás Maduro comparece novamente perante a justiça em Nova York
-
Turquia vence Romênia (1-0) e avança na repescagem europeia para Copa do Mundo
-
Sinner bate Tiafoe e vai à semifinal do Masters 1000 de Miami
-
Aparência, genes, hormônios: quando o esporte analisa os sinais de feminilidade
-
'Confiamos no sistema judicial dos EUA', diz filho de Maduro à AFP
-
'Hijo mayor', ou como honrar a memória da migração sul-coreana na Argentina
-
Parlamento Europeu aprova criação de 'centros de retorno' para migrantes
-
Em Cuba afetada pela crise, médicos tomam decisões 'dificílimas' em hospital infantil
-
Aos 41 anos, Hamilton afirma estar em melhor forma do que seus rivais
-
Verstappen expulsa jornalista de entrevista coletiva em Suzuka
-
Sporting Cristal, do Peru, anuncia saída do técnico brasileiro Paulo Autuori
-
COI reintroduz testes genéticos de feminilidade após 30 anos
-
Eurodeputados aprovam acordo comercial com os EUA, com condições
-
Petróleo da Venezuela seduz o setor, mas incerteza freia o entusiasmo
-
Maduro volta a se apresentar à justiça em Nova York
-
Parlamento Europeu dá mais um passo para proibir 'deepfakes' sexuais gerados por IA
-
Ativistas conectam iranianos à internet via Starlink
-
Série do filho de Pablo Escobar traz mensagem de que 'é possível mudar'
-
Chileno Zepeda é condenado à prisão perpétua por assassinato de ex-namorada japonesa na França
-
Futebol feminino ganha espaço na Somália
-
Como a China desafia os EUA na corrida espacial?
-
Maduro retorna a tribunal em Nova York após sua espetacular captura na Venezuela
-
Rosalía suspende show na Itália por intoxicação alimentar
-
Coreia do Norte e Belarus assinam tratado de 'amizade e cooperação'
-
Congresso de Honduras destitui procurador-geral
-
Israel ataca Irã após Trump insistir que Teerã deseja um acordo
-
Irã afirma que não pretende negociar mas EUA insiste no contrário
-
Sabalenka e Rybakina vão duelar novamente, desta vez nas semis do WTA 1000 de Miami
-
ONU propõe plano de ajuda a Cuba que inclui fornecimento de combustível
-
Técnico do Suriname se diz preocupado com calor de Monterrey antes da repescagem contra a Bolívia
-
Fifa colocará à venda últimos ingressos para a Copa do Mundo em 1º de abril
-
Deschamps mantém silêncio sobre nome do futuro técnico da seleção francesa
-
Lehecka vence promessa espanhola Landaluce e vai às semifinais do Masters de Miami
-
Itália e Gattuso querem espantar de vez os fantasmas de 2018 e 2022
-
Vice-presidente da Fifa minimiza temores políticos e de segurança antes da Copa do Mundo
-
Quatro sonhos e 12 pesadelos: começa a repescagem europeia para a Copa de 2026
Equador inicia campanha para segundo turno das presidenciais em meio à violência
Sem trégua da violência do narcotráfico, o Equador iniciou, neste domingo (23), a campanha para o segundo turno das eleições presidenciais em 13 de abril, entre o presidente Daniel Noboa, o mais votado no primeiro turno, em fevereiro, e a esquerdista Luisa González.
Noboa, um empresário de 37 anos, autoproclamado de centro esquerda, teve uma vantagem de apenas 16.746 votos sobre González, advogada de 47 anos, afilhada política do ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017).
Ambos, que na noite de domingo vão participar do debate obrigatório do Conselho Eleitoral para o segundo turno, tiveram 88,17% dos quase 10,3 milhões de votos válidos, que se distribuíram entre 16 candidatos, algo sem precedentes na história do país.
No sábado, o presidente denunciou que um membro de seu partido, Ação Democrática Nacional (ADN), foi morto em Canuto (sudoeste), uma pequena cidade costeira de onde González é originária.
Mais de 30 políticos, autoridades judiciais e jornalistas foram mortos desde 2023 no Equador, inclusive o presidenciável Fernando Villavicencio (centro), baleado ao sair de um comício em Quito antes do primeiro turno das eleições antecipadas daquele ano, nas quais Noboa foi eleito para um mandato de 18 meses.
- Disputa cabeça a cabeça -
O segundo turno se antecipa muito disputado, em meio à violência de organizações locais com vínculos com cartéis internacionais, como os mexicanos Sinaloa e Jalisco Nova Geração.
"O Equador vive um panorama muito complexo. O país está tomado pela violência destas quadrilhas que vêm do narcotráfico e do crime organizado internacional", disse à AFP o analista Leonardo Laso.
Ele acrescentou que "a campanha é complexa, difícil. Os votos estão ocupados, na grande maioria (por Noboa e González), e a disputa pelo que resta vai ser muito dura".
"Vai ser uma briga voto a voto", expressou Laso a três semanas da eleição que vai definir quem vai governar o Equador, que também enfrenta uma crise econômica, pelos próximos quatro anos.
No primeiro turno, o líder indígena de esquerda Leonidas Iza ficou em terceiro lugar, com 5,25% dos votos, e a ambientalista anti-correísta Andrea González Nader ficou em quarto, com 2,69%.
Estes votos "em grande medida são os que vão definir a eleição", assinalou Laso.
A maior organização de povos originários do país, Conaie, liderada por Iza, e outras organizações de esquerda resolveram apoiar Luisa González.
- Sem favorito -
Laso, ex-ministro da Comunicação, afirmou que "não há favorito" para o segundo turno, ao qual estão convocados a votar 13,7 milhões de eleitores. Em fevereiro, foi registrado quase um milhão de votos brancos e nulos, enquanto cerca de 2,5 milhões de pessoas se abstiveram de votar.
Ele acrescentou que pesquisas recentes "mostram um empate apertado".
Noboa trava desde 2024 uma guerra com grupos narco, cuja disputa pelo poder levou a taxa de homicídios a subir de 6 por 100.000 habitantes em 2018 para o recorde de 47/100.000 em 2023.
Embora o governo, que declarou o país em conflito armado interno e mantém as Forças Armadas nas ruas para combater o crime, tenha conseguido baixar esta taxa para 38/100.000 no ano passado, este ano começou como um dos mais violentos, aterrorizando ainda mais a população.
Eleitoralmente "esse aumento da violência pode pesar dos dois lados", explicou o analista Laso.
E.Hall--AT