-
Enem 2026: portões fecham às 13h30 e provas do primeiro dia começam em todo o país
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
Ronaldinho depõe à CPI e nega envolvimento com esquema de pirâmide
O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho negou, nesta quinta-feira (31), perante uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), ter qualquer relação com uma empresa envolvida em um esquema de pirâmide com criptomoedas.
O campeão do mundo com a Seleção em 2002 se defendeu perante a CPI, que o convocou como suspeito de ser o fundador e sócio-proprietário da 18k Ronaldinho, que usava o nome e a imagem do ex-jogador.
Segundo os deputados, que investigam casos de fraudes em esquemas de pirâmide, a 18k Ronaldinho prometia rendimentos de até 400% do capital investido em um ano graças a supostas operações com moedas digitais. Mas muitos investidores foram lesados.
Ronaldinho afirmou que em 2016 assinou um contrato com a empresa americana 18k Watches, pelo qual cedia sua imagem para promover uma linha de relógios.
Mas, segundo sua versão, as imagens tiradas para essa campanha foram usadas depois sem seu consentimento para propagandas da 18k Ronaldinho.
"Eles utilizaram indevidamente o meu nome para criar a razão social dessa empresa", acrescentou Ronaldinho, de 43 anos, afirmando também ser vítima.
Vestido de preto, com boina e óculos escuros, o ex-jogador disse que ficou sabendo que estavam usando seu nome para um negócio de criptomoedas, mas não denunciou.
O ex-atleta se absteve de responder a boa parte das perguntas dos parlamentares, amparado em uma decisão judicial que lhe permitiu permanecer em silêncio diante de réplicas que pudessem autoincriminá-lo.
Ronaldinho compareceu à CPI após faltar a duas convocações anteriores. Os deputados até ameaçaram obrigá-lo a depor por condução coercitiva, caso ele não comparecesse nesta quinta-feira.
Seu irmão e representante, Roberto de Assis Moreira, compareceu à CPI na semana passada pelo mesmo motivo.
O ex-meia do Barcelona e do PSG foi denunciado em fevereiro de 2020 em uma ação civil coletiva de centenas de vítimas que exigem uma compensação de mais de 300 milhões de reais.
Essa acusação ocorreu dias antes de o ex-jogador ser detido no Paraguai - onde ficou preso por mais de cinco meses - por uso de passaporte adulterado.
Para defender sua posição, Ronaldinho afirma que foi ouvido por várias autoridades como testemunha no caso do esquema de pirâmide.
T.Perez--AT