-
Enem 2026: portões fecham às 13h30 e provas do primeiro dia começam em todo o país
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
Papa diz estar 'feliz' por visitar Mongólia, povo 'nobre e sábio'
O papa Francisco garantiu neste domingo (27) que se sente “feliz” por visitar na quinta-feira a Mongólia, país de maioria budista, onde se encontrará com “um povo nobre e sábio” dotado de uma igreja “pequena de tamanho mas dinâmica na fé e na caridade".
“Esta é uma visita muito desejada”, sublinhou o pontífice após a oração dominical do Angelus no Vaticano.
Esta viagem “ao coração da Ásia”, que terminará no dia 4 de setembro, será uma boa oportunidade “para conhecer de perto um povo nobre, sábio e com uma grande tradição religiosa”, disse.
Ex-satélite da União Soviética que se tornou uma democracia em 1992, a Mongólia tem uma das menores comunidades católicas do mundo, estimada em cerca de 1.450 membros, de um total de três milhões de habitantes.
Esta viagem é vista como uma forma de aproximar o papa dos seus dois grandes vizinhos, Rússia e China.
A viagem de nove horas entre Roma e a capital mongol, Ulaanbaatar, também será um teste para a saúde do pontífice argentino, de 86 anos, que foi submetido a uma grande cirurgia abdominal em junho e tem problemas de mobilidade dentro de um quadro de saúde delicado.
W.Moreno--AT