-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Colômbia estreia na Copa de 2026 com vitória (3-1) sobre o Uzbequistão
-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
-
Lula brinca sobre 'contratar' Messi para jogar na Seleção
-
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Mãe de Vozinha, goleiro de Cabo Verde, obtém visto para viajar à Copa do Mundo
-
RD Congo arranca empate com Portugal (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
G7 comemora a 'mudança' de Trump sobre a Ucrânia
-
Uefa multa Olympique de Marselha e Roma por descumprirem fair-play financeiro
-
Morre Eric Roy, técnico do Brest, aos 58 anos
-
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
-
Sabalenka estreia com vitória no WTA 500 de Berlim; Gauff é eliminada
-
Bernardo Silva se junta ao novo Real Madrid de Mourinho
-
Neymar é festejado pelos companheiros após primeiro treino com a Seleção na Copa
-
Dirigentes comunistas cubanos discutem reformas econômicas sob pressão dos EUA
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
O efeito cascata desencadeado pela guerra no Oriente Médio está pautando a agenda do maior fórum mundial de petróleo, gás e energia, que tem início nesta segunda-feira (23) em Houston — um encontro no qual também serão discutidas as oportunidades na Venezuela, agora aliada de Donald Trump.
Milhares de executivos se reunirão por uma semana na CERAWeek, que deve contar com mais de 10.000 participantes. Os organizadores revisaram a programação: sessões especiais sobre a guerra foram incluídas na agenda após as ofensivas iniciais lançadas por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã.
O conflito ganhou uma nova dimensão nos últimos dias, com ataques diretos às instalações de produção de petróleo e gás — em vez de se restringirem a infraestruturas de armazenamento e transporte.
"Estamos testemunhando a maior perturbação na história do mercado global de petróleo", alertou Daniel Yergin, vice-presidente da S&P Global e presidente da conferência CERAWeek. "Nunca houve algo de tamanha magnitude", acrescentou.
Líderes empresariais, formuladores de políticas públicas, investidores e especialistas são aguardados a partir da manhã desta segunda-feira para debater o setor energético, o comércio internacional, a inteligência artificial, as terras raras e a fusão nuclear.
O fórum inicia com as declarações do secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, na manhã desta segunda-feira e participantes atentos a comentários oficiais sobre o conflito ou novas medidas do governo Trump para conter a alta dos preços do petróleo.
- Venezuela e María Corina Machado -
Vários executivos de alto escalão do setor de energia são esperados ao longo da semana, incluindo Michael Wirth, da Chevron; Patrick Pouyanné, da TotalEnergies; Wael Sawan, da Shell; e Jack Fusco, da Cheniere Energy.
Como ocorreu em 2025, o ponto central do debate será a guinada de 180 graus do governo Trump sobre as políticas ambientais — optando, em vez disso, por uma maior exploração de carvão e petróleo.
Mais uma vez, ele retirou os Estados Unidos do Acordo de Paris e desmantelou diversas regulamentações ambientais adotadas por governos anteriores.
Suas decisões indignaram as ONGs ambientais. Um desses grupos, 'Texas Campaign for the Environment', convocou um protesto para o dia de abertura da CERAWeek.
A edição de 2026 contará com a líder da oposição venezuelana e vencedora do Nobel da Paz, María Corina Machado, que discursará na terça-feira durante uma sessão sobre o "Futuro da Venezuela" — país que detém as maiores reservas de petróleo do mundo.
A nação sul-americana havia ficado em segundo plano no setor energético, devido ao embargo petrolífero americano, ao controle do Estado pelo regime "chavista" e a uma infraestrutura de produção em ruínas.
No entanto, a captura do ex-presidente Nicolás Maduro, em 3 de janeiro, por uma força de elite americana alterou o cenário. Washington suspendeu algumas de suas sanções e agora incentiva investimentos, na esperança de capitalizar sobre os recursos do país.
"Estou entusiasmada em mostrar ao mundo o que uma nova Venezuela alcançará ao liberar nosso ilimitado potencial energético", declarou Machado no X, em resposta ao convite da CERAWeek.
R.Chavez--AT